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O Steam é pop

Bom, que o Steampunk é Zeitgeist, ninguém pode negar.. ou melhor dizerndo.. a nova vibe cultural, a nova onda, o novo hype.. escolha aí o termo que melhor se adequa ao seu estilo.
Mas eu não esperava uma avalanche à vapor tão devastadora quanto a que está acontecendo agora. São vários artistas se revelando, excelentes ilustradores e designers, escritores, gamers e músicos. Não que fosse demorar a aparecer bandas declaradamente Steam, elas já existiam há algum tempo, mas o que impressiona são as bandas pops aderindo ao movimento.
Uma delas é o "Panic at the disco!", uma banda que eu não conhecia muito, mas fez um belo trabalho em seu novo clipe: The ballad of Mona Lisa.
Confira!


SP's VGMs 598 - Final Fantasy VI - Dancing Mad (Distant Worlds II Ver.)

Sabe uma daquelas músicas que fizeram parte de sua infância, ou um daqueles jogos que você nunca esqueceu?
Pois é, final fantasy faz parte da minha história e influencia grande parte das coisas que escrevo.
E para quem ainda acha que videogame é coisa de criança, vai aí um vídeo fabuloso sobre uma das melhores músicas do jogo..




Livraria Cultura ~ Literatura e Estética SteamPunk





Dia 4 de Setembro de 2010, às 16 horas, a Livraria Cultura do Bourbon Shopping vai dar lugar a um evento que vai dar lugar a um bate papo sobre “A Literatura e Estética Steampunk no Brasil”, sobretudo por conta do crescimento vigoroso do gênero em todo país.
O evento vai contar com a participação de José Roberto Vieira (autor do romance “O Baronato de Shoah”), Eric Novelo (um dos autores da antologia “Vapor Punk”), Raul Cândido (Co-Fundador do Conselho SteamPunk) e Carlos Felippe (um dos responsáveis pela Loja São Paulo.
O evento está sendo organizado pela própria Livraria Cultura e vai ser uma ótima oportunidade para ouvir um pouco acerca do gênero, do movimento e, posteriormente conversar com os autores e com os responsáveis pela Loja São Paulo do Conselho SteamPunk, que estarão a caráter e estão sempre felizes em conhecer novos entusiastas.

Bourbon Shopping São Paulo

Palestrantes: Eric Novello, José Roberto Vieira, Cândido Ruiz e Carlos Felippe
Endereço: R. Turiassu, 2100 – Perdizes – São Paulo/SP
Local: Auditório
Horário: 16 às 18 horas

Sujeito a lotação. Capacidade de 125 lugares.

VAPORPUNK Relatos steampunk publicados sob as ordens de Suas Majestades


Com força mundial, a estética steampunk vem angariando cada vez mais fãs brasileiros e portugueses. Seu apelo visual e o rico conteúdo inspirados no século XIX são o combustível certo para a produção de uma literatura que pode ser intensa, mas também descontraída. Descubra o que oito autores maquinaram nesse intricando conjunto de engrenagens que é a imaginação.

O steampunk nasceu como um gênero literário, mas ganhou vida própria e dominou a moda e as artes plásticas, tornando-se cada vez mais conhecido. Se a cultura da era vitoriana virou inspiração para essa estética, em Vaporpunk - Relatos steampunk publicados sob as ordens de Suas Majestades, os organizadores Gerson Lodi-Ribeiro e Luis Filipe Silva imaginaram essa época tão distinta sob a ótica brasileira e portuguesa, repleta de inovações tecnológicas e acontecimentos inusitados.
Com a presença de renomados autores da ficção especulativa dos dois países, Octavio Aragão, Flávio Medeiros, Eric Novello, Carlos Orsi e o próprio Gerson pelo Brasil; Jorge Candeias, Yves Robert e João Ventura por Portugal; a coletânea traz oito noveletas movidas a vapor, disputas políticas, personagens famosos e armas engenhosas. 
Tudo isso regado a muita aventura e surpresas, porque mais do que repensar o gênero, Vaporpunk é um convite para conhecer um mundo alternativo, e o que Brasil e Portugal poderiam ter sido com tamanhas novidades.

Sobre os autores:
Gerson Lodi-Ribeiro
Autor carioca de FC e história alternativa. Publicou Alienígenas Mitológicos e A Ética da Traição na edição brasileira da Asimov’s. Autor do romance Xochiquetzal - uma princesa asteca entre os incas (2009), e participou das coletâneas Outras Histórias... (1997), O Vampiro de Nova Holanda (1998), Outros Brasis (2006), Imaginários v. 1 (2009) e Taikodom: Crônicas (2009). Como editor, organizou as antologias Phantastica Brasiliana (2000) e Como Era Gostosa a Minha Alienígena! (2002). Trabalha desde 2004 como consultor da Hoplon Infotainment, sendo um dos criadores do universo ficcional do jogo online Taikodom.
Luís Filipe Silva
É autor de O Futuro à Janela (prêmio Caminho de Ficção Científica em 1991), dos romances Cidade da Carne e Vinganças, e, com João Barreiros, de Terrarium. Tem contos publicados no Brasil, Imaginários v. 2 (2009), Espanha e Sérvia, na antologia luso-americana Breaking Windows, e na antologia representativa da FC europeia em 2007, Creatures of Glass and Light. O seu trabalho mais recente é Aquele Que Repousa na Eternidade, uma novela lovecraftiana. site TecnoFantasia.com.

Octavio Aragão
Doutor e mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes - EBA, UFRJ (2007 e 2002).  É professor Adjunto Nível 1 da Escola de Comunicação - ECO/UFRJ. Autor do romance A Mão que Cria (2006) e editor da antologia de contos Intempol (2000). É co-autor do livro Imaginário Brasileiro e Zonas Periféricas (2005), com a professora doutora Rosza Vel Zoladz, e publicou artigos em revistas como Arte e Ensaios e Nossa História.

Jorge Candeias
É português algarvio e tem desenvolvido nos últimos anos intensa atividade nos meios ligados à FC e ao fantástico dos dois lados do Atlântico (embora mais do lado de lá do que de cá, por óbvias razões logísticas). De momento ganha a vida como tradutor, e já tem no currículo um par de traduções de que se orgulha. Também tem no currículo um pequeno livro, Sally, (2002) e contos espalhados por publicações portuguesas, brasileiras, inglesas e argentinas, em papel e em bits.

Flávio Medeiros Jr.
Nasceu e vive em Belo Horizonte. Escreveu durante toda a infância, por isso joga mal futebol. Um dia entendeu que poderia ser médico e escrever como hobby, ou ser escritor e exercer a medicina como hobby. Como a última opção dá cadeia, optou pela primeira. Formou-se em medicina na UFMG e tornou-se oftalmologista. Autor do romance policial de ficção científica Quintessência (2004). Tem contos publicados nas coletâneas Paradigmas 2 (2009), Imaginários v. 1 (2009) e Steampunk (2009).

Eric Novello
É tradutor, escritor e roteirista. Publicou os romances Dante, o Guardião da Morte (2004), Histórias da Noite Carioca (2004) e Neon Azul (2010). Participou de várias coletâneas e co-organizou os primeiros dois volumes da coleção Imaginários e Meu Amor é um vampiro (2010).

Carlos Orsi
Natural de Jundiaí (SP) é jornalista especializado em cobertura de temas científicos e escritor. Já publicou os volumes de contos Medo, Mistério e Morte (1996) e Tempos de Fúria (2005) e os romances Nômade (2010) e Guerra Justa (2010). Seus trabalhos de ficção aparecem em antologias como a Imaginários v. 1 (2009), revistas e fanzines no Brasil e no exterior.

Yves Robert
É licenciado em informática, tem um mestrado em matemática e é professor assistente no IADE – Instituto Superior de Artes Visuais, Design e Marketing. Para além da sua actividade de docente e programador escreve textos publicitários estando especializado na área do marketing directo. Tem vários contos publicados em antologias brasileiras e portuguesas.

João Ventura
Escreve ficção curta que pode ser lida na internetE-nigma, Tecnofantasia, Épica, Storm Magazine, Contos Fantásticos, Axxón, Quimicamente Impuro, Breves no tan Breves Bewildering Stories, AntipodeanSF. Tem textos publicados também em fanzines e participou em várias antologias – A Sombra sobre Lisboa (2006), Universe Pathways (2006), Grageas ( 2007), Contos de algibeira (2007) Brinca comigo! e outras estórias fantásticas com brinquedos (2009), Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas (2006). blogue fromwords.blogspot.com

Nookam – os juízes

As leis que regem o Quinto Império são quase tão antigas quanto sua fundação.

Criada pelos juízes da Kabalah, os Nookam, a Constituição Imperial foi alterada pouquíssimas vezes nos últimos duzentos anos. Há quem diga que muitas de suas leis são desnecessárias e ultrapassadas, lutando por mudanças radicais, principalmente com relação ao serviço militar obrigatório para os Bnei Shoah e o de livre escolha para os ggoyim.

Tal como os Nabiyim, os Nookam são mais úteis para o exército fora do campo de batalha. Eles atuam em cargos administrativos como diplomatas, tradutores e conselheiros. Entretanto, possuem uma face guerreira, uma divisão dentro da própria sephirah que causa temor até mesmo nos companheiros da Kabalah.

Os Executores são esta face. Um grupo pequeno, de aproximadamente vinte soldados, que caça criminosos procurados pelo império. Eles são os únicos membros da Kabalah com autonomia para julgar e condenar um Bnei Shoah sem a intervenção do estado. Seus nomes são temidos, eles jamais revelam seus rostos, escondendo-os atrás de máscaras negras de metal, e são guerreiros tão habilidosos quanto os Mashiyrra.

Os Nookam foram criados para escrever as leis do império, quase cinquenta anos depois da queda dos Titãs. Seu propósito era frear os abusos de poder que a Kabalah começava a expressar, impedindo que os Bnei Shoah passassem a tratar o mundo da mesma maneira que seus antecessores.

Suas habilidades envolvem a capacidade de anular a força de vontade do inimigo, suprimir seu raciocínio, envolver-lhe em culpa extrema e intimidar. Além disso, eles desenvolvem a capacidade de saber quando uma pessoa está mentindo, mas, para isso, devem conversar com ela atentamente e sem interrupção.

Existe um único ritual dentro da Kabalah que não é dirigido pelos Kohanim ou pelos Mashiyrra, o “Kavod – dia sem glória”, que define a morte de uma sheyvet. Quando todos os membros de um grupo de elite morrem e não há herdeiros, ou quando esse grupo desiste de lutar, os Nookam têm o direito de pedir pela morte da sheyvet. O nome do grupo não poderá ser pronunciado por trinta anos, todos seus descendentes perdem o direito de servir ao exército, seus registros são apagados e suas armas são destruídas.
cortesia: http://neisbeis.deviantart.com/

A aparência geral dos Juízes é intimidadora. Utilizam longos robes negros, presos por cinturões de couro com o brasão da Árvore da Vida. Protegem seus rostos com máscaras espelhadas de vidro reforçado. Eles usam essa máscara para que ela reflita no rosto do acusado todos os pecados que ele cometeu contra seu povo.

Já os Executores utilizam roupas pretas que lhes permitem grande mobilidade. Seus cintos são cheios de pequenas ferramentas de tortura e captura, e eles não costumam carregar grandes armas. Seus elmos se parecem com capuzes, tendo fendas na parte dos olhos e uma máscara de respiração tapando a boca e nariz.

Seu símbolo é um livro fechado, cuja capa ostenta a Árvore da Vida.

A Kabalah - Kether - o Imperador

imagem de divulgação: cortesia do site http://gatehouse.ottens.co.uk/

A primeira Sephirah da Kabalah corresponde à Família Imperial, os Ahsverus.

Suas estranhas habilidades envolvem o domínio
sob seu império, e a estranha capacidade de passarem seus conhecimentos para os descendentes, através da renúncia de parte de suas almas. Um Kether está ligado de tal forma ao mundo, que seu humor é influenciado e influencia as estações do ano, a temperatura e várias características de uma região específica.

Atualmente quase todos os nobres do Império possuem uma ligação com a família Imperial, a maioria dos duques, barões e condes são primos de Noah Ahsverus, o atual Kether. Ele, por sua vez, é filho de Vykthoria Ahsverus, uma das descendentes diretas de Shoah.

A família real considera, sempre, o lado materno, para atestar o sangue de seus membros, com o passar dos anos esta peculiaridade foi assimilada pelas famílias nobres e pelo povo, de modo que, no Quinto Império, o que prevalece sobre o registro de filiação, é o nome da mãe, e não o do pai.

Outro detalhe importante é que, sempre que um Ahsverus morre, seu corpo é cremado e suas cinzas são colocadas na Arca dos Reis, onde descansarão com seus antepassados.

É necessário que haja sempre um Imperador no mundo, pois é sua existência que garante o encarceramento dos Titãs, pois suas almas funcionam como “chaves”, impedindo que estas criaturas de imenso poder voltem a reinar.

Fotos da Virada Cultural











Algumas das fotos tiradas pelo UOL da Virada Cultural. Ficaram bacanas né?

Steampunk - Programa Amaury JR

Primeiras impressões do Baronato de Shoah

O escritor e Roteirista Douglas MCT leu o primeiro capítulo e a intrudução do Baronato de Shoah e disponibilizou-as em seu twitter (@douglasMCT) e na comunidade do orkut.

SEgue abaixo a opinião dele sobre o livro.

Primeiras impressões do PDF liberado na net...O

Prólogo é um deleite, com tons poéticos, sutis, mas leves demais para o gênero do livro. A parte boa começa a seguir...

A intro no cap.1 apresenta o casal protagonista e as motivações do personagem principal. Já simpatizei com eles de cara.

A forma como o autor usa para apresentar a política, o reino e alguns sistemas do seu mundo, funciona. Ele não joga tudo pro leitor de uma vez. Ele é comedido e cuidadoso, revelando aos poucos o que é necessário de início.

O texto flui e é agradável, ainda que alguns erros se façam presentes -- e lógico, não estarão na edição final.
O pouco que pude conhecer do universo que ele criou, já se mostrou muito interessante. As castas, as raças. Bem sacados.

O que realmente me incomodou, foi a insistência do autor em "crianças". Soou estranho imaginar dois kids se pegando... Acho que a descrição muito vaga da idade do casal protagonista no começo atrapalhou neste ponto. São pré-adolescentes?

Em seguida, surge um subplot + denso e instigante, apresentando personagens que não sei se serão heróis ou vilões no futuro.
E apesar de achar o casal protagonista bem simpático e funcional, os moleques Edgar e Tesla, definitivamente, me atraíram.

Pra quem curte Final Fantasy 7 ou semelhantes, vai gostar desta obra. A Fantasia é pomposa e bacanuda. O suspense é dosado.
E o autor promete também sacadas de Steampunk. Fico no aguardo pro desenvolvimento do livro, a ser lançado em breve.

"O Baronato de Shoah", "Néon Azul" de @cericn e "Annabel & Sarah" de @jimanotsu (todos grandes colegas) são meus títulos + esperados pela Draco!



E você, já tem uma impressão? Conte-me!

Conto original?

Bom, fica a í a dica do fim de semana. O conto que serviu de estopim para o Baronato de Shoah.
Coloquei o nome "kaleck" por que o conto nunca recebeu um nome. Mais explicações na introdução.

De quebra, o link para o primeiro capítulo do Baronato de Shoah.




o conto denominado Kaleck

A Fada e o Dragão - capítulo 1 do Baronato - A Fada e o Dragão


Abraços Vaporosos! (essa ficou estranha...)

Contos do Baronato

Aproveitando ideias dos amigos Eric Novello, Rober Pinheiro e Juliano Sasseron, lá no Bardo Batata, resolvi criar alguns contos para o Baronato.
Inicialmente vou revisar rascunhos de capítulos que tinha aqui e não vou mais aproveitar, espero que gostem desta nova empreitada e aproveitem ao máximo, assim como aproveitarei.

Os contos serão divulgados pelo twitter: @baronatodeshoah e pelo @joserobertov , quem gostar e quiser RTt, fique à vontade! Os arquivos ficarão no Recanto das Letras e terão formato PDF.

Acho que é isso.
Cuidem-se!

Riese The Series

Cara, eu quero assistir isso!!!

Steam Walker: Prof. Aloitius Croiden's Patented Automaton




Um exército destas belezinhas e transformo a Argentina num estacionamento!

Queda de Braço Steampunk!!

Muito bom! Você se arrisca a disputar com ela?

Steampunk na IstoÉ

Os Punks da era vitoriana
O que é o movimento steampunk, formado por jovens que cultuam a moda e os hábitos do século XIX



BRASILEIROS Jovens vestidos a caráter no Memorial do Imigrante, em São Paulo: futurismo retrô


Quando estão entre si, eles chamam carro de carruagem sem cavalo e televisão de teletroscópio - como o fariam os antepassados de seus avós. São os jovens seguidores dos steampunk, uma tribo contemporânea que cultua o século XIX. Não é nada fácil conceituá-los. Steampunks, movimento que começou nos Estados Unidos e tem a literatura como berço, é um estilo de vida.

O restante da matéria você pode ler em IstoÉ Steampunk!

Virtual Steamcon!


Virtual SteamCon 2009
Convenção SteamPunk Brasil


Com um nome pomposo mas com aspirações modestas, a primeira convenção virtual de SteamPunk do Brasil teve uma divulgação intencionalmente restrita, feita de forma discreta, sem grande alarde e com muita cautela.

A ambiguidade entre o interesse em divulgar ao gênero e a viabilidade técnica de um evento em nível nacional não é para menos, tendo em vista que há entre 300 e 400 entusiastas do gênero espalhados entre o Registro SteamPunk, as Comunidades e os Twitters.

Uma vez que a Virtual SteamCon 2009 recebeu a alcunha de “Virtual” por conta de ser um evento Web – e portanto veiculado através da Internet – toda preocupação se justifica através das dificuldades de infra-estrutura tecnológia apresentada em nosso país, cuja realidade “internética” beira a dos engenhos Vitorianos.

Não se tem idéia de quantos Steamers pretendem comparecer ao evento – que vai ao ar pelo endereço www.steamcon.com.br/virtual-2009, mas sabe-se que tudo pode acontecer, uma vez que a caldeira pode explodir de tanta gente ou (quem sabe?) o evento vai funcionar a todo vapor.

Dentre os objetivos principais do evento, o Conselho SteamPunk pretende identificar os interesses do público na criação de novas lojas, sua disposição em participar de diferentes tipos de eventos, sua intenção em adquirir de produtos que façam referência ao gênero e suas expectativas para eventos futuros.

O evento, contudo, não é meramente funcional, sendo igualmente um meio de intercâmbio de informações e novidades, como qualquer convenção, ao mesmo tempo que uma plataforma para a exibição de material relacionado ao movimento SteamPunk.

Se você se interessa pelo gênero e gostaria de se aprofundar um pouco mais, vale aparecer por lá. Afinal, para fazer presença na Virtual SteamCon 2009, basta você ter uma conexão internet e um navegador (Safari, Chrome, Firefox, Opera ou Internet Explorer).

Filmes bons!

Tem dois filmes prestes a saírem que estáo me deixando MUITO curioso. Não, não estou falando do "AVATAR" do Cameron, nem daquela bomba do indiano doido (que me pareceu coisa de cosplayer e está a um passo de DRagon Ball...)

O primeiro é o "Imaginarium of Doctor Parnassus" o segundo é 'Where the wild things are"; fabulosas histórias que eu PRECISO assistir. Alias, me felicita muito ver o quanto o cinema e a arte em geral está "infectada" com a cultura Steampunk. Dá uma conferida no Parnassus pra entender do que estou falando.


Seguem aí, os trailers de ambos!




Praticando Escrita


Terminei o segundo capítulo do Baronato, "O Teatro dos espíritos". Aqui as coisas começam a aparecer e o leitor é apresentado ao protagonista, Sehn, e suas dúvidas: cumprir uma vingança ou uma promessa?

A história está bacana, não vou mentir. Gostei de como fiz as coisas, de como o cenário se encaixou num steampunk-fantático e numa fantasia-medieval cheia de tecnologias. Mas acho que é disso que vive a literatura: experimentos.
Ainda steampunk, posso dizer que sim? Acho que posso, há fortes elementos da cultura aí e eles só tendem a aumentar. Logicamente, o livro todo acaba caindo pra um épico onde, mais pra frente, robôs vão enfrentar caravelas voadoras!

Meu maior problema, atualmente, é a linguagem. Tenho caído num dilema: optar por uma linguagem fácil ou algo mais rebuscado? Sinto-me tentado, só que quando vejo, já estou escrevendo de maneira difícil.

Queria adotar o estilo de um Vianco ou da Rowling - algo fácil, mas não simplista. Equilibrar ação e descrição. Só que acabo indo pra um parnasianismo.

No fim das contas, o que precismo mesmo, é ler mais obras assim, fáceis, pra saber se quero mesmo seguir essa linha.

Provavelmente os senhores já passaram por isso.

Romance, Literatura, e promessas!

Como todos vocês sabem, a Nexus tem seu proprio Twitter, que vocês podem seguir @nexusrpg.

Mas pouca gente que me segue no twitter sabe o porque do Baronato de Shoah. Sua origem? um pedido de amor...

Há dez dias minha namorada me pediu um poema. Eu tentei, tentei, mas não consegui criar nada. Então, numa noite de terça-feira comecei a digitar uma história sobre pessoas caçadas em meio a uma guerra...tudo com um ar sombrio e steampunk.

Nasceu "o Baronato de Shoah" (lê-se Shô-a com ênfase no "o"), um mundo que eu mesmo desconheço, veio de rascunhos velhos e teorias novas, e que pretende ser muito diferente daquilo que fiz até hoje!

Minha proposta é o twitter: por ele vocês acompanharão (em tempo real!) todo o processo de criação do romance!

Como eu disse na dedicatória do livro, para minha namorada:

PARA MAYARA,
A VERDADEIRA Maya.
VOCÊ ME PEDIU UM POEMA,
EU TE DOU UM MUNDO.

Acompanhem o processo de criação deste livro em tempo real!! siga o usuário: @baronatodeshoah ou direto no twitter.

E é aqui no blog que costumo expor as idéias e dificuldades de um escritor ao começar uma obra, desenvolvê-la e até mesmo encontrar uma Editora para ela.

Kadriatus



Você já conhece este personagem lá do blog da Nexus. Mas ele ainda não tinha uma história.

Kadriatus foi quem condenou Aleantrus Hadjakkis ao Cárcere, privando-o de sua alma, assim como matou toda a família de Sehn. Ele é um dos Juízes de Ferro, que são responsáveis por julgar e punir Paladinos desvirtuados.
O que mais lhe dói é saber que Aleantrus foi seu mestre, assim como de diversos outros Paladinos. Vendo no homem um herói, Kadriatus lhe deu três chances de sobreviver: podia matar a esposa, matar a filha, ou entregr o paradeiro de Sehn - que ele havia escondido para não morrer.
Aleantrus se recusou, para espantod e todos. E foi jogado no Cárcere, uma prisão para almas de onde ele só poderia sair 100 anos depois - caso fosse absolvido de seus crimes.
Kadriatus nunca se perdoou pelo que fez, mas mantém isso em segredo. Foi ele também quem começou a tradição de trocar membros do corpo por partes mecânicas, quando perdeu as mãos enfrentando um ciclope.