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Data de lançamento e imagem oficial

Vários novidades hoje, hein?
A primeira delas é que o Baronato de Shoah já tem data de lançamento: dia 03/04 às 15:00.
O local é o Bairro da Liberdade, na rua Conselheiro Furtado, numero 303 (perto da rua Santa Luzia e da Rua da Glória). Curisoso? Vamos lançar o livro na Friends Shop, a loja OFICIAL do Anime Friends! (siga em @friendshopbr).

Além disso, recebemos a imagem oficial do personagem "Diren Grey", um dos heróis do livro, pelas mãos do talentosíssimo Rod Reis. Dá uma conferida nela e na ficha do personagem!
Aguardo, ansiosamente, todos vocês no lançamento!




Nome: Diren Grey
Local de Nascimento: Kierkgarrd
Data de Nascimento: 16 / Tammuz / 187 D.M ( Depois do Messias)
Altura: 1,60m
Peso: 55kg
Olhos: mostarda
Cabelos: Cinza
Tipo Sanguíneo: AB positivo
Passatempo: caçar pequenos animais
Comida Favorita: Bacon
Esporte Favorito: corrida
O que mais valoriza: amigos
O que mais odeia: felinos
Estilo de Luta: Shemini Atzeret – estilo de luta baseado na conexão do guerreiro com seu próprio espírito

Histórico:
Diren nasceu em uma família selvagem que tem pouco contato com a civilização, por isso teve muita dificuldade em se adaptar a vida na cidade. Quando enviado para o Cenóbio de Ahator ele aprende, por meio de seus companheiros, a lidar melhor com seus instintos e às vezes colocar a razão acima deles.
Porém, Diren sempre tem muita dificuldade nas aulas e naquilo que lhe exige conhecimento científico, sendo um péssimo aluno em aulas teóricas, mas excelente em aulas práticas. O que lhe rende discussões acaloradas com Kadriatus e a compaixão dos colegas.
Diren tem a aparência geral de um lobo-homem que aprendeu a andar em duas pernas.

Curiosidades:
Diren foi um daqueles personagens que simplesmente “nasceu” para o livro, e um dos poucos que não mudou desde sua primeira versão. Na verdade, inicialmente ele não portava armas, mas acabou ganhando duas “machetes” nas revisões do Baronato de Shoah. Seus nomes? Ímpeto e Tempestade.
Seu nome é uma referência à banda de J-rock “Dir en Grey”.
Uma das influências para sua criação é o personagem “Rei” da série de jogos “Breath of Fire”.

A Kabalah do Quinto Império

Depois de muito trabalho, finalmente apresentamos a Kabalah do Quinto Império. A imagem é baseada na ilustração original de "Athanasius Kircher, no livro 'Oedipus Aegyptiacus' (1652)" e representa as dez Sephiroth do Império.


Clique para ampliar
 




































Yoresh Os batedores e espiões.
Nookam Os Juízes, o júri e os executores da Kabalah.
Lorrêm – A Infantaria - os mais perfeitos soldados do Império.
Arur
Os Malditos, Amaldiçoados. Nascem com membros de monstros.
Da’ Ath Os Inventores. Manipuladores da ciência e do conhecimento.
Glossário: clique nos nomes para conhecê-los!

Kether o Rei - A vida e a criação.
Kohanim
Sacerdotes – Os senhores da fé.
Mashiyrra Os Escolhidos – Exemplo de Força de vontade. Líderes natos.
Nabiyim Profetas – Podem ver o futuro e o passado.
Kiy
A Guarda Real - os Marcados, protetores do Kether.

A capa do Baronato de Shoah

Tá aí, a capa... Gostaram?


SINOPSE

Sehn Hadjakkis é um Mashiyrra, um Escolhido. Desde seu nascimento ele foi eleito para ser um soldado da Kabalah, a elite do exército e liderar as forças do Quinto Império contra seus inimigos, os Legisladores.

Depois de quatro anos de lutas, mortes, e traições, Sehn finalmente tem a chance de voltar para casa e cumprir uma promessa feita ainda na infância: se casar com seu primeiro e verdadeiro amor, Maya Hawthorn.

Entretanto, a única coisa que o impede é outra promessa, feita no leito de morte a seus pais: vingar-se de Edgar Crow, um amigo que traiu sua família e destruiu seus sonhos, transformando a vida de Sehn num verdadeiro inferno e o mundo em que vive um pesadelo.
Quando um Golpe de Estado ameaça tudo aquilo em que Sehn acredita, ele se vê obrigado a escolher entre uma destas promessas para salvar seu mundo ou a mulher que ama.

Se fizer a escolha errada, ele pode destruir a ambos.
Ou a si mesmo.

Annabel e Sarah - resenha

Publicado no ano passado pela Editora Draco, Annabel e Sarah, o livro de estréia de Jim Anotsu, causou alguma confusão no fandom que achou tratar-se de uma publicação estrangeira, devido ao nome do autor.


Foi muito divertido ver a cara das pessoas ao se depararem com esta chic lit de extrema qualidade e descobrirem que se tratava de uma obra genuinamente nacional que não devia nada aos lançamentos estrangeiros.

Do que fala o livro? Basicamente, a busca de Annabel por sua irmã, Sarah, após ser sequestrada para dentro da televisão. A partir deste evento somos apresentados a uma série de personagens carismáticos, situações engraçadas e tristes, mortes e conquistas.

Infanto juvenil puro, Jim não abusa de violência para mostrar a crueldade de seu mundo, mas também não o torna "infantilóide", muito pelo contrário, há carisma em cada criatura, embaraço, referências a estilos musicais e toda a geração de escritores beatniks. Infelizmente, algumas destas referências podem se perder, no caso de leitores desavisados ou muito jovens. Mas, até aí, o livro também pode incentivar a garotada a conhecer estas obras.

Annabel e Sarah se encaixa na lista de "livros que eu gostaria de ter escrito", por sua leveza e simpatia. A capa é fabulosa, a diagramação dispensa comentários e algo que chama a atenção: alterância de cores nas páginas, foi uma sacada genial.

Sem se deixar escravizar pela tradição: livro no Brasil tem que se passar no Brasil, Jim conseguiu escrever uma obra "inglesa" que agradará a todos, sem ficar pedante ou artificial.

Digno de prêmios, Annabel e Sarah seria um páreo duro num Jabuti, se nossa academia não fosse viciada, e estivéssemos cegos literariamente.

A Corrente - resenha

Por algum motivo nunca fui fã do gênero literário de horror / terror. Não sei, acho que é influência do cinema ou da televisão, pois, por diversos motivos, não acredito em inimigos invencíveis.
É isso que mais me irrita neste gênero: os adversários são criaturas poderosas que matam todo mundo e são destruídos pelo herói, mas voltam dos mortos na última cena antes ou depois dos créditos. Mesmo que não sejam monstros, mas psicopatas humanos, eles sempre arranjam um jeito de voltar.
Confesso que comecei a ler "A Corrente" do Estevão Ribeiro com algum preconceito, sabendo o que viria pela frente. Mas, por sorte e habilidade do escritor, fui surpreendido em vários pontos. E acabei devorando o livro em 2 dias!
A Corrente conta a história de Roberto Morate, um hacker, que aplica golpes em vítimas incautas para conseguir dinheiro. Até que um dia recebe a mensagem de uma garota chamada Bruna - ele deve repassar o e-mail para sete pessoas ou sofrerá as consequências!
Não acreditando, ele repassa o tal e-mail. Então, uma série de assassinatos começam a acontecer ao seu redor.
Em uma terrível corrida contra o tempo, Roberto tem que salvar a vida daqueles que o cercam e impedir Bruna de cometer uma chacina. Como uma força da natureza, o pequeno espírito atormentado destrói tudo aquilo que o hacker mais ama.
Aí, meu amigo, só lendo o livro para saber como as coisas se resolvem.
O que mais chama a atenção é a linguagem: simples, rápida, certeira. O texto não fica te enrolando com palavras difíceis ou artimanhas literárias inúteis. Ele vai direto ao ponto (como a Bruna, heh). Pode haver um deslize ou outro, mas nada que desagrade o leitor comum.
O enredo é bem simples, com personagens cativantes e ligados entre si por pequenos detalhes, como amizade, ex-namoro ou sendo frequentadores de um mesmo ambiente. Ao decorrer da história você vai percebendo as ligações entre eles e as relações que deixaram para trás.
Em resumo, A Corrente é mais um ponto positivo na literatura brasileira que vem se mostrando cada vez mais forte e disputando de igual para igual espaço com autores estrangeiros.
Nem preciso falar da capa, né?

Necrópolis - resenha

Meu primeiro contato com o termo “Dark-Fantasy” se deu por meio da série “A Torre Negra”, de Stephen King. Confesso que naquela época eu não gostei muito do livro e larguei “O Pistoleiro” em uma pilha de livros para ler depois.
Grande engano o meu, não?
A “Dark-Fantasy”, em resumo, é uma variação da Fantasia convencional com retoques sombrios e elementos mais adultos, como a morte, o esquecimento e demais elementos que muitas vezes são associados ao Gótico ou às escolas literárias Românticas. Entretanto, cabe a cada escritor criar em seu mundo as características que o tornam singular.
Stephen King fez isso na “Torre Negra”, ao misturar elementos de Western com Cavalaria, o velho oeste com a lenda do Rei Arthur. Está tudo lá, uma Ordem de pistoleiros que têm tanta ou até mais diretrizes que cavaleiros de armadura, profecias, magos e uma busca. Além, é claro, de toda sorte de estranhos monstros…
Eu sempre achei que o Brasil precisava de uma obra à altura, algo que pudesse se vangloriar de fazer parte da “Dark-Fantasy”, que pudesse ser diferente, apresentar a fantasia e elementos sombrios em um mesmo mundo. Confesso, que no auge de minha arrogância, tentei ser este autor.
Também confesso que não consegui.
Mas existe a Editora Draco.
Existe Douglas MCT.
E Necrópolis.
Meu primeiro contato com o autor foi durante o lançamento do livro “Anno Domini – Manuscritos Medievais”, conversamos pouco naquela época, mas ele me apresentou a trilha sonora de seu livro. Fiquei surpreso com aquilo, ouvi o CD umas duas vezes, gravei no PC, perdi o arquivo e me arrependo disso até hoje.
Necrópolis, por sorte, veio suprir esta lacuna da “Dark-fantasy” no mercado brasileiro. Recém-lançado pela editora Draco o livro conta a história de Verne Vipero em busca do nyian (a alma) de seu irmão no mundo dos mortos. Em sua jornada Verne faz diversos amigos e inimigos, enfrenta vilões aterrorizantes e desafios incríveis em busca daquilo que acredita.
De modo geral Necrópolis fala de evolução, de enfrentar desafios, lutar por aquilo que se ama, descobrimento. Pois em sua busca por Vítor, Verne acaba por descobrir muito sobre si mesmo e evolui como pessoa e personagem. Fica uma pontinha de esperança no leitor ao fim de cada capítulo, para que Verne consiga salvar o seu irmão e voltar feliz para casa.
Mas, como eu disse lá no começo, a “Dark-Fantasy” não é colorida e animada como a fantasia convencional. A jornada de Verne é caracterizada por todos os elementos que se espera em uma fantasia, tribos nômades, seres alados, vampiros, engenhocas de tecnologia duvidosa e caçadoras de recompensa usando trajes sumários (Sim!!!). Mas, muito além de qualquer destes elementos, está a escuridão, o vazio e a desesperança que o mundo de Necrópolis insiste em oprimir no coração de seus moradores e leitores.
A linguagem do livro é fácil, lembra muito “A Bússola de Ouro”, sem grandes novidades neste aspecto. A história é envolvente, os personagens carismáticos, e o enredo cheio de mistérios (que serão revelados, eu espero, nos próximos livros).
Em resumo, se você está procurando uma história com fadas, duendes e raios de sol, vá ler outra coisa. Necrópolis não é o seu livro.
Mas, se você está buscando uma história de verdade…
Bem-vindo à Necrópolis…

Neon Azul

Quando eu era mais novo fiz parte de um grupo asssitencial a moradores de rua. Em uma de nossas "missões" eu conheci um mendigo cuja trágica história me pareceu impossível.
Ele era fundador de uma empresa de distribuição de algum renome em São Paulo, ou algo assim, e tinha muito dinheiro. Fala inglês, alemão, francês, italiano e espanhol (e conversou com amigos meus que falavam essas linguas, para provar). Morava em um condomínio de luxo (Alphavile ou São Paulo 2, não lembro agora..) e tinha um belo carro.
Até que um dia, voltando para casa completamente bêbado ele atropelou a própria filha e a matou. A família, incapaz de perdoá-lo, praticamente o baniu. Ele, sentindo-se culpado, foi morar na rua...

É aqui que a arte imita a vida...

Quando li Neon Azul, de Eric Novello, fiquei impressionado com a semelhança entre este homem que conheci e o personagem do primeiro conto do livro "invisibilidade". Daí para devorar o livro em apenas algumas horas foi um pulo. Não só pela curiosida em saber qual seria o destino daquele primeiro personagem, como de todos os outros.
Neon Azul é uma daquelas obras raras que mistura cenário, música, personagens entrelaçados, boas doses de uisque, mistérios e sensualidade. Um livro relativamente fácil de ler e cheio de boas ideias.
Mas Neon Azul não é um romance convencional. Ele está na categoria "romance fix up", ou seja, vários contos com focos diferentes e interligados, mas tratando de pontos de vista variados e diversos personagens.
A fórmula é muito interessante, porém um leitor menos acostumado ao estilo pode se perder na leitura, já que a explicação e a história de certos personagens ou ideias estão espalhados pelo livro, e não linearmente contados.
Isso também pode ajudar um leitor mais ousado a se permitir leituras diferentes de Neon Azul: você não precisa ler os contos em ordem, pode abrir o livro em qualquer um deles e começar sua leitura. claro, de qualquer modo você será obrigado a ir até o fim e sorver cada gole desta bebida literária.

Ficou curioso? O livro está a venda nas melhores livrarias e com desconto!

A corrente - passe adiante, minha vida depende disso!



POR FAVOR, ASSITAM E PASSEM PARA SETE PESSOAS... OU..OU...ou.. eu...por favor...

Concurso: Meu fan-art de "Annabel & Sarah"

A Editora Draco começou uma super promoção do livro "Annabel & Sarah", participe e concorra a um livro!Confira!

Quer ganhar um exemplar de Annabel e Sarah + Camisa + Pin ?

Então libere sua imaginação, monte um fan-art com a Annabel e a Sarah, e concorra.

Regras:

 1- O fan-art pode ser desenho, cosplay, colagem, foto.

 2-Não pode ter texto, nem áudio.

 3-Deve ser no formato 2D

 4-Não pode ser vídeo

 5-O desenho deverá ser postado em alta resolução no twitpic

 6-O link da postagem deverá ser linkado no tópico do concurso na comunidade de Annabel e Sarah – link, junto com o nome, email e twitter do concorrente. (link da comu: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=60224001&tid=5524139150868082955&start=1 )

 7-O concurso terá duração de um mês, começando dia 05/10 e indo até dia 05/11

 8-O concurso passará por duas etapas: 1- Analise dos desenhos pela comissão julgadora da Editora Draco, selecionando os três melhores desenhos, com prazo de analise de 1 semana. 2- Votação pública com duração de 2 semanas

 9-Data de resultado da 1 etapa – 12/11

 10-Data de resultado da 2 etapa – 19/11

 11-O contato com o vencedor será feito via email, além de comunicado no twitter e blogs parceiros da Editora Draco.

Editora Draco na cultura







Tem coisas que a gente não pode deixar passar, entre elas, ver uma pilha de livros de companheiros de editora na livraria cultura lá da Paulista. (cada pilha deve ter uns 10 livros... hoho.. Baronato... comingo soon...(não estou anunciando nada, ok? Mas vai ser muito legal ver uma pilha do Baronato lá....)

Selva Brasil e a história alternativa


O mapa do Baronato


images que eu peguei na rua. Estranhas né?
O mais engraçado e ficar olhando para elas durante muito tempo. Tem gente que vê sujeira, outros veem o descascar da parede. E há aqueles que só conseguem notar as flores.

Eu vejo o mapa de Nordara, o mundo do Baronato....

Selva Brasil

SELVA BRASIL
ROBERTO DE SOUSA CAUSO

Esta é uma história alternativa que imagina como seria o Brasil vinte anos depois da invasão militar brasileira das Guianas, na Fronteira Norte, segundo os planos megalomaníacos do Presidente Jânio Quadros. Simultaneamente, a Argentina invadiu as Ilhas Malvinas, no Atlântico Sul.
Contudo, uma coalizão formada pelos países atingidos pela ação militar brasileira – Inglaterra, França e Holanda – e os Estados Unidos contra atacaram e empurraram os soldados brasileiros de volta, ficando com um bom pedaço da Amazônia Brasileira.
Desde então instalou-se um conflito permanente na região, com o Brasil e aliados latino-americanos lutando para retomar o território perdido e manter sob controle uma guerrilha patrocinada por aqueles países do Primeiro Mundo. É um Brasil completamente diferente do nosso, contido política e economicamente por esse conflito perpétuo, e com gerações de jovens brasileiros comprometidas com o conflito.
Amparada por uma pesquisa cuidadosa, Selva Brasil acompanha um grupo de soldados que – ao seguir para um ponto anônimo do Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa, onde devem substituir uma outra unidade do Exército Brasileiro – se depara com desertores e com um plano secreto para romper as regras de engajamento que limitam o conflito na região.
Ao mesmo tempo, esses homens são confrontados com um estranho experimento militar que, indo além dos parâmetros do seu projeto, pode ter aberto um portal entre essa realidade paralela e a nossa.


ROBERTO DE SOUSA CAUSO
formado em Letras pela USP, é autor dos livros de contos A Dança das Sombras (1999) e A Sombra dos Homens (2004), dos romances A Corrida do Rinoceronte (2006) e Anjo de Dor (2009) e do estudo Ficção Científica, Fantasia e Horror no Brasil (2003). Seus contos apareceram em revistas e livros de dez países. Foi um dos classificados do Prêmio Jerônimo Monteiro e no III Festival Universitário de Literatura (com Terra Verde 2001); e ganhador do Projeto Nascente 11 de Melhor Texto, com O Par: Uma Novela Amazônica (2008).



Selva Brasil

Autor: Roberto de Sousa Causo
ISBN: 978-85-62942-07-5
Gênero: Literatura Fantástica
Formato: 14cm x 21cm
Páginas:
112 em preto e branco, em papel pólen bold 90g
Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
Preço de capa: R$ 26,90