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Barão Zero

Decidi comecar um novo blog. Por quê?
Bom, este aqui tem bastante tempo, frequentadores e tudo mais. Só que deveria ser voltado somente ao Baronato e eu posto coisas demais de outros temas. com um blog novo eu consegui mexer em tudo, não filiar opiniões minhas ao livro, nem deixar de lado outras ideias, como Éride e Taenarum.
Lá teremos abas e categorias, deixando bem claro sobre o que é cada post.
Pretendo migrar todo o conteúdo daqui para lá, e em breve fechar este blog. Mas, por enquanto, vou encaminhando coisas de um para o outro.

Baronato de Shoah - sobre o universo do livro e cultura Steampunk em geral.
Link: http://baraozero.wordpress.com/category/baronato-de-shoah/

Éride - sobre mitologia e o cenário de Éride, onde os filhos dos Deuses Gregos lutam na época atual pelo domínio da existência.
Link: http://baraozero.wordpress.com/category/eride/

Taenarum - meu cenário de "Fantasia Medieval", cenário onde elfos impuseram uma potestade racista, caçando orcs e humanos.
Link: http://baraozero.wordpress.com/category/taenarum/

Sinergia - textos gerais, não vinculados a nenhum dos três acima.
Link: http://baraozero.wordpress.com/category/sinergia/

É isso, espero que gostem e acompanhem o Barão Zero em sua nova aventura!
:)

A Kabalah do Quinto Império

Depois de muito trabalho, finalmente apresentamos a Kabalah do Quinto Império. A imagem é baseada na ilustração original de "Athanasius Kircher, no livro 'Oedipus Aegyptiacus' (1652)" e representa as dez Sephiroth do Império.


Clique para ampliar
 




































Yoresh Os batedores e espiões.
Nookam Os Juízes, o júri e os executores da Kabalah.
Lorrêm – A Infantaria - os mais perfeitos soldados do Império.
Arur
Os Malditos, Amaldiçoados. Nascem com membros de monstros.
Da’ Ath Os Inventores. Manipuladores da ciência e do conhecimento.
Glossário: clique nos nomes para conhecê-los!

Kether o Rei - A vida e a criação.
Kohanim
Sacerdotes – Os senhores da fé.
Mashiyrra Os Escolhidos – Exemplo de Força de vontade. Líderes natos.
Nabiyim Profetas – Podem ver o futuro e o passado.
Kiy
A Guarda Real - os Marcados, protetores do Kether.

O Steam é pop

Bom, que o Steampunk é Zeitgeist, ninguém pode negar.. ou melhor dizerndo.. a nova vibe cultural, a nova onda, o novo hype.. escolha aí o termo que melhor se adequa ao seu estilo.
Mas eu não esperava uma avalanche à vapor tão devastadora quanto a que está acontecendo agora. São vários artistas se revelando, excelentes ilustradores e designers, escritores, gamers e músicos. Não que fosse demorar a aparecer bandas declaradamente Steam, elas já existiam há algum tempo, mas o que impressiona são as bandas pops aderindo ao movimento.
Uma delas é o "Panic at the disco!", uma banda que eu não conhecia muito, mas fez um belo trabalho em seu novo clipe: The ballad of Mona Lisa.
Confira!


Diálogo Virtual

Buzinas. Gritos. Choro incessante de crianças. Cachorro latindo. Gritos. Falatórios.

Gargalhadas. Silêncio. O som rítmico do relógio. Falatório. Cachorro. Gato. Buzina. Gritos. Sirenes. Silêncio. Escuridão.
Rolo de um lado para outro da cama, não consigo dormir. O som do relógio me angustia. Acendo a luz. Segundo comprimido de clonazepam. Agora 4 mg me farão dormir.
Incomodo. Angustia. Impaciência. Tenho algo a escrever que não sei o que é. Se levantar e acender a luz não vou dormir mais.
Gritos. Risos. Bichos. Buzina. Em meio a esse caos uma voz quer falar. Eu tento ouvir, mas é impossível.
Troco de posição novamente. O relógio me informa que são 4 da manhã, já fazem horas que tomei a primeira dose mas o sono não vem. Tem algo dentro de mim que precisa sair antes de eu dormir. É vital.
Não tenho lápis nem papel próximos à cama.
Tapo-me com o edredom, tapo meus ouvidos, mas o silêncio total me incomoda. Preciso de barulho. Ligo o ventilador próximo à cama, só para fazer barulho mesmo.
A voz não sai da minha cabeça, ela me fala o que tenho para escrever, mas não consigo compreender, em meio a tantos outros sons.
Concentro-me no som do ventilador, outro ritmo, o sono não vem.
Levanto ligo o computador. E estou aqui digitando. Nada possui nexo. Gotículas de chuva caem no meu telhado. Nada possui nexo!
Agora que estou aqui de frente para o teclado a voz se calou. Todos os barulhos pararam. Até o relógio parou de me incomodar.
Tomo a 3ª dose do dia, pelo visto não vou acordar tão cedo... Se dormir com essa adrenalina que estou.
Não faço a menor idéia de onde esse texto vai parar, nem para que vai servir.
Só sei que eu levantei e a minha inspiração para escrever ficou na cama. Voltei a deitar na vã expectativa dela voltar, e nada.
Estou aqui de volta, ainda não sei fazendo o que...
Digitando um monte de caracteres que juntos formam letras e delas palavras, frases, textos.
Eu sei que o que eu tinha a escrever está aqui dentro, em algum lugar. Só não sei onde encontrar.
O sono chegou. Não sei se pelas doses cavalares de remédio. Não sei se foi que eu escrevi isso. É sem nexo sem sentido, mas é meu. Agora vou reler para dar um titulo.
Legal... Para não dizer outra coisa.
Levantei da cama, liguei o computador, apenas para escrever como é não dormir, e quando faço isso me dá sono... De tão interessante que o texto ficou.
Já sei que nome dá!
Será diálogo, é a primeira vez que falo comigo através do computador!
Agora vou dormir.

A Pedra e o Vento

Certo dia, o vento ventava na floresta muito verde.


Passou por entre folhas, galhos, e acima do rio, cortou os rostos descobertos de lenhadores, e entre as asas dos pássaros, brincou.

Naquele dia o vento estava feliz, por isso, ventava com muita força. Esbarrando nas montanhas, ele subiu o máximo que pôde. Rapidamente, subiu até seu lar, o céu, e cumprimentou todos os deuses que um dia se chamaram vento, daquela época mágica, quando os homens ainda o veneravam, e o chamavam por vários nomes. É, o vento estava feliz, e a brisa era seu sorriso.

Ventando novamente entre as árvores, ele correu para o infinito espaço. Chegando até a beira do precipício e tomando cuidado para não cair, o vento subiu novamente.

Nessa brincadeira de subir e descer, tornar-se quente e frio, o vento ouviu um choro. Vinha de um canto da floresta, um cantinho escuro, frio, desarrumado e coberto de visco. Aproximou-se o vento, lentamente, com medo talvez, mas curioso demais.

E, no canto escurinho, havia uma pedra.

Uma pedra que chorava.

-O que foi? –perguntou o vento à pedra.

-Ah, vento, você que corre, que brinca, nunca entenderá minha dor! Sou uma pedra, fincada no chão, presa ao mundo, sem chance de mudar! Quisera eu ser feita como você, de um leve material, para voar ao Paraíso dos Elíseos....

O vento diminuiu, brincou na lateral da pedra, e a observou muito atentamente. Era uma pedra pequena, bonita e graciosa, cheia de um brilho radiante. O vento pensou que aquela pedra deveria ser apreciada, não era feita para correr, mas para ser lapidada, à vontade de um artesão habilidoso, e ser transformada em estátua. É, o vento imaginou que aquela pedra, devia ser lapidada.

-Você me acompanharia? –perguntou o vento esticando as suaves mãos.

A pedra, hesitante, o acompanhou. Ela observou quando novamente o vento brincou entre as folhas, e seguiu, com seus olhos de pedra, o caminho ventoso.

Ao chegar no alto da montanha, o vento soprou para a pedra –Pronta?- e empurrou a pedra, com toda sua ventisse, que era muito, muito forte, capaz de derrubar pedras bem maiores que aquela. O vento soprou com todo ar de seu corpo, fez acrobacias entre as estrelas, e se colocou no lugar de deus. Faria sua obra em menos de sete dias.

Ao parar de soprar o vento viu que a pedra caiu.

Caiu da montanha, caiu lá do alto, em uma única queda forte, a pedra, que era dura como uma rocha, espatifou-se lá embaixo da montanha. Se espatifou em tantos pedaços tão pequenos, que se tornou poeira.

E a poeira levantou-se com o vento: correu entre as árvores, sujou os olhos do lenhador, atrapalhou o vôo dos pássaros.

E, por fim, subiu às estrelas.

Ética reconhecida pela cidadania

Dentro de um paradoxo universal de idéias divergentes o ser formulante e auto-constitutivo de caráter ,cagava no banheiro.Partindo do pré-suposto que o ser (self) atuante das ações deglutivas se coloca diante da mesa, sempre há, segundo Kant; pão e manteiga, logo discordando dele está Rousseau, filósofo francês que não acredita na sustentabilidade de um plano etéreo cuja existência apóia-se na ética e moral do animal auto-interpretativo (self interpreting animal).Daí parte o pensamento de que Y é Y mas Y não pode ser Y, então há necessidade de X ser Y para que Y seja X.


Quando Charles Taylor (sim, ELE de novo) vem contestar o pensamento Y=Y, Y=/ Y , y=x- dá-se um novo embate filosófico “O contestamento do próprio eu” (self contest animal) dentro de um paradigmático fator, diga-se novo, em que Taylor desenvolve a possibilidade de X=X e de um modo geral as coisas dão-se na seguinte ordem :uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa , e , ou ainda, um terceiro elemento (fator) desconhecido , chamado W.

Segue-se tal pensamento :W implica que Y=/X, e XEW/W=Y, e a ação embuída de X configura o pensamento de Y.Sucintamente : a não ação da partícula (self) Y é o ,movimento uniformemente variado de X.

Entretanto essa diferença somente é plausível quando o indivíduo (caralho, alguém entendeu alguma coisa?!) interpreta de forma a abnegar-se do medo relacionado.Isso entra em conflito com a expressividade do comunismo bi-latente; no qual “eu” é “você” e a diferenciação de termos relativos divide-se na “pós” e “anti” sintagmática fluência contundente, ao profligar o texto de responsabilidade.

Entre todas as opções de filósofos contemporâneos nossa melhor opção para definir as palavras de Taylor (porra, não existe outro filosofo?) seriam os brasileiros MC’s Serginho e Xandy parafraseados nas seguintes citações de Machado de Assis; “Ah, que isso?Elas estão descontroladas... ou “Vem neném, vem...” Acreditando na supervisão do individuo como auto-controle interpretativo, eloqüentemente abstraídos por pensamentos sem conhecimentos da lúgubre medicina do self control (auto controle) , claro que Tatá (nesse ponto já podemos chamar o filósofo por seu apelido carinhoso, e até convidá-lo para almoçar em casa) advém da linha de pensamento liberal contrária ao desbancamento do despotismo Hippie-neo-liberal concentrada no capitalismo reverso.Coloquialmente divididos entre as figuras representativas no Wjefhe(palavra alemã sem significado algum para o texto e que eu digitei aleatoriamente com o cotovelo),minha mãe disse que bolinho de chuva não é uma forma uniforme de objeto, já que se desfaz no excesso de óleo (oil).

No próximo capítulo (por favor, não!) discutiremos o equilíbrio ético formulado por dois dos maiores filósofos contemporâneos da atualidade nesse momento exato agora mesmo ; Sebastião Almeida, tiozinho do cachorro-quente; e Varênica Zoares Cunha, que faz amarração para o amor e dá aulas na FAFUP-RJ (Faculdade de Funilaria e Pintura do Rio de Janeiro) , além de lecionar aulas de advinhação e chutometria nas Faculdade de Ciências Obscuras e Letras Ocultas na UCC (Universidade de Corte e Costura).

Trecho de Conto - Entre as Brumas

Hoje teremos algo diferente aqui no blog, uma composição minha que ainda não está pronta.
Comecei este conto após uma viagem, eu e um amigo discutíamos sobre um morro que estávamos olhando: era um lugar estranho, coberto pela névoa, íngreme demais para uma pessoa subir sem  o equipamento devido. Chegamos à conclusão de que o morro era habitado por gigantes que haviam ensinado à humanidade a arte da música, depois, decepcionados com o que os humanos se transformaram, eles decidiram abandoná-los, até que se tornaram monstros caçados por "bravos heróis". Era algo assim.
Este pedaço do conto é o que foi transformado a partir da ideia original. Espero que gostem...ainda estou trabalhando nele, mas gostaria de dividi-lo com vocês.


1. Círculo dos Sonhos


Fracos, os raios de sol nasciam entre as nuvens e sumiam antes de tocar o chão. Uma densa camada de Névoa surgira nas montanhas e formava grandes anéis em torno de seus picos, serpenteava entre as árvores e cascateava na cordilheira.

O círculo de pedras era imperceptível para quem não estivesse procurando. De longe a formação do lado leste da floresta, que terminava em um penhasco, parecia artificial. Quase vinte metros de raio formados por pedras variadas, algumas não existiam na região. O que só confirmava a teoria que o local fora criado por terceiros e não pela natureza através do tempo.

Ainda assim o círculo guardava uma aura onírica que trazia paz a quem se aproximava. Ao seu redor a floresta era mais viva, carregava um cheiro forte de mata virgem. O ar era mais leve, os animais espertos e fortes. A relva parecia um tapete esmeralda, úmida devido ao sereno. Em meio à tundra se destacava mesmo no Choref, a mais fria das estações.

O Drömma era um local sagrado para os senoi, criado muito antes de qualquer império humano ou titânico. Antes mesmo da existência dos elfos, ou das primeiras referências aos syrians – os filhos da noite, o Círculo dos Sonhos já recebia visitantes anualmente. Mesmo que o próprio conceito de tempo ainda não estivesse definido.

Aquela era uma raça esquecida há muitos anos. Nas lendas eram conhecidos como trolls e retratados como monstros desprezíveis que devoravam bebês. Na realidade os senoi eram um povo pacífico que nunca construíra armas e preferia se afastar sempre que uma ameaça pairava sobre eles.

Passos barulhentos ecoaram entre as árvores, mas nenhum animal fugiu do que estava vindo pela mata. A maioria olhou com admiração para os mais antigos seres de Nordara. Feras maiores, como lobos e ursos, curvaram discretamente as cabeças, um sinal de respeito pelos viajantes.

O precursor era um humanoide alto, cujos cabelos assemelhavam-se a fios de cobre trançados entre folhas e carvão. A pele avermelhada, de pedra, com sulcos nem um pouco discretos em sua extensão. Usava roupas pesadas, feitas de peles de animais, não levava armas nas mãos, mas uma caixa de madeira.

Mais trolls vieram por caminhos diversos. Seres muito velhos, alguns com pele cinzenta ou azulada, outros castanhos ou pretos, brancos e azuis, os mais raros eram os marrons, que também eram os maiores, só havia um vermelho, Erion, o precursor. A maioria usava o mesmo tipo de roupa que ele, peles de animais e adornos feitos com restos da natureza.

Foram se organizando ao lado das pedras mais semelhantes a si mesmos. Apesar de todos parecerem velhos, o líder vermelho se destacava pelas camadas negras em cima de sua pele e por uma paciência que só os mais idosos são capazes de transmitir. Havia mais pedras de sua cor, mas não havia trolls para elas. Há muito as pedras vermelhas foram abandonadas por seus donos. Ele passou por um senoi jovem, cujo peito continha um buraco onde era possível ver um ninho vazio.

– Zyon…

Pedra Letícia

Pedra Letícia é uma daquelas bandas que eu não tenho a MÍNIMA IDEIA de como chegou ao meu pc. Sério. Não lembro quem me apresentou e quando. Mas toda vez que assisto ao clipe quase me dobro de tanto rir.
Assista:

ahahaha

Kadriatus Drachenfels - concept art

É natal e todos nós ganhamos presente. Confira, pelas mãos da Daniele ( A Dândi, que está trabalhando com o Estevão Ribeiro no projeto Steampunk dele ), o personagem Kadriatus Drachenfels.

Visitem o site dela:


http://dandidesenhos.blogspot.com/

Abaixo, a ficha completa de Kadriatus e a concept art!

Nome: Kadriatus Drachenfels

Local de Nascimento: Farhan
Data de Nascimento: 23 / Adar II/184 D.M (Depois do Messias)
Altura: 1,83m
Peso: 80 kg
Olhos: brancos
Cabelos: pretos
Tipo Sanguíneo: O negativo
Passatempo: meditação
Comida Favorita: Guildene (caldo de frango com salsão, alho-poró, cenouras, cebolas e cravos-da-índia)
Esporte Favorito: corrida
O que mais valoriza: Nadja
O que mais odeia: a própria família
Estilo de Luta: Esgrima e Krav-Magá


Histórico:

Kadriatus nasceu em uma família tradicionalista, onde quase todos seus membros pertencem a sephirah dos Kiy. Como era de se esperar, ao atingir a idade certa, ele foi enviado ao Cenóbio de Ahator para aprender mais sobre sua cultura e se tornar um Kiy também.

Arrogante, Kadriatus acreditava que era superior a todos por seu histórico, principalmente com relação aos Arur e aos Ggoyim, até conhecer a Sehn Hadjakkis, que fazia parte de uma família tradicional como a sua, mas não agia do mesmo modo. Com o novo amigo, Kadriatus começou a aprender a vencer preconceitos dentro de si mesmo.

Curiosidades:

Kadriatus, originalmente Cadriatus, era um personagem do jogo de RPG Éride, mas eu sempre gostei demais dele para nunca utilizá-lo em outras criações.

Na primeira versão do Baronato Kadriatus odiava Sehn e o caçava, enquanto Sehn estava atrás de Edgar. Ele não tinha habilidades específicas e sempre me pareceu “vago” na história.

Quando o Baronato começou a tomar sua forma definitiva eu precisava de um amigo para Sehn que exemplificasse a “alta classe” dos Bnei Shoah” e Kadriatus praticamente gritou a plenos pulmões “Hey, estou aqui!”.

Uma das principais referências para o complicado vocabulário de Kadriatus foi o livro Xochiquetzal – uma princesa asteca entre os incas da Editora Draco.

Seu segundo nome, Drachenfels, vem de um dos livros de Kim Newman.



Teatro de Deus

Ele era só esquecimento.


Um borrão no meio do tempo, que caminhava com passos largos pela pista de dança, num ritmo que só sua alma entendia. Era, por si só, um desejo de leviatã, colocado na Kabalah como um favor a Deus.

Deus.

Este. Aquele. Outro. Alguém. Imagem refletida no espelho uma centena de vezes, afogando-se em fés e crenças num futuro que jamais chega. Ele. Criador. Desejo. Criação. Criatura. Deus. Senhor. Assim na terra como no céu. Um borrão, repetido em palavras já usadas anteriormente, mas nunca gastas pela voz do poeta. Mesmo que este, em sua infinitude, se esqueça da outridade.

Era domingo. E o rapaz cruzava a pista de dança sem tirar os olhos da moça, fechando-se em si mesmo, recitou o cânone. Sem saber o que fazia.

Deus.

Palavra ingrata, suja, limpa, onipresente. Estivesse onde estivesse, confusa no tempo como a mácula de cem mil imperadores. Palavra que lhe fazia mal. Era demônio, anjo, terra, barro, homem.

E, no sexto dia, disse: Que se faça a luz!

Vendo que aquilo era bom, Deus o imitou.

Teatro dos Mortos

A vida é uma peça de um único ato.


Atores vivos vão morrendo aos poucos, sem ter chance de ensaiar.

O cenário brilhante vai escurecendo, sem ter coxia pra se esconder.

Não dá pra ficar muito tempo em cena. Não dá pra refazer, palavras que vão não podem retornar. São palavras ditas, grifadas no caderno livro do destino e que não podem, jamais, ser apagadas. Elas ficam lá, olhando pro enunciador, procurando um enunciado.

Só que elas se explicam. Só que elas estão no roteiro, com marcações específicas, de momentos exatos, onde, há uma semana, não estavam.

Elas são assim porque a vida é o ato único duma peça sem ensaio.

Elas são assim porque os mortos, metidos a atores vivos, não se dão ao trabalho de ler.

Elas são assim porque são palavras.

E palavras, vivas, morrem.

Arur - Os Malditos

Na Era dos Titãs, os humanos foram obrigados a servir seus mestres de todas as formas possíveis. Uma das habilidades mais notáveis dos Titãs era a capacidade de mudar de forma, o que lhes garantia o convívio entre seus escravos e a satisfação de caprichos.
imagem: divulgação
Destes “caprichos” surgiram os Arur, também conhecidos como “Malditos” ou “Amaldiçoados”, humanos com sangue Titã correndo em suas veias que nasciam com traços de seus pais. Quando cresciam, os Arur eram treinados para formar a guarda pessoal dos Titãs e proteger seus domínios, isto causava desconforto a outros humanos que os viam como adversários.
Entretanto, Shoah e Da’ath notaram que os Arur eram maltratados pelos Titãs, o que gerava uma mágoa profunda naqueles seres que não possuíam vínculo com nenhuma raça. Aproveitando-se destes fatos, Shoah e Da’ath convenceram os Arur a trair seus mestres e começar uma rebelião.
Com o fim da guerra ficou estabelecido que os Arur viveriam separados dos humanos, em outro reino. Porém, ficou evidente que a força dos Malditos era necessária para defender a humanidade dos monstros. Assim, eles se recolheram no Cenóbio de Ahator e iniciaram um treinamento árduo para continuar agindo como uma guarda. Foi Da’ath quem os instigou a repassar este treinamento para seus irmãos e os convidou a fazer parte da Kabalah, mesmo que isso atraísse a desconfiança das outras sephiroth.
Por causa desta desconfiança, os Arur se uniram e formaram grupos dentro da Sephirah, os quais eles chamam de sude ¬– esses grupos são formados por Arur com o mesmo tipo de deformidade, mesmo que não façam parte da mesma Sheyvet. Por exemplo, a Draconaria é uma sude composta apenas por Arur com membros de dragão. Estas reuniões costumam acontecer uma vez por ano e promovem a união, a camaradagem e a bebedeira.
Eles nunca abandonaram o espírito protetor e, apesar da desconfiança, nutrem um carinho imenso pelos humanos comuns, vendo-os como criaturas que merecem compreensão e não entendem que os Arur não escolheram esta vida.
fan-art do personagem Diren Grey
As habilidades dos Arur são variadas, dependendo exclusivamente de seu sangue. Como o número exato de Titãs existente no passado era de sessenta e nove, estima-se que haja a mesma variedade de “grupos” de Amaldiçoados hoje em dia. Porém, alguns deles se destacam, como os Hadjakkis, que possuem membros draconianos, e a família Lachlan, que possui asas. Também há a família Grey, na qual todos possuem traços lupinos, e a família Gamjikot, de características felinas.

VAPORPUNK Relatos steampunk publicados sob as ordens de Suas Majestades


Com força mundial, a estética steampunk vem angariando cada vez mais fãs brasileiros e portugueses. Seu apelo visual e o rico conteúdo inspirados no século XIX são o combustível certo para a produção de uma literatura que pode ser intensa, mas também descontraída. Descubra o que oito autores maquinaram nesse intricando conjunto de engrenagens que é a imaginação.

O steampunk nasceu como um gênero literário, mas ganhou vida própria e dominou a moda e as artes plásticas, tornando-se cada vez mais conhecido. Se a cultura da era vitoriana virou inspiração para essa estética, em Vaporpunk - Relatos steampunk publicados sob as ordens de Suas Majestades, os organizadores Gerson Lodi-Ribeiro e Luis Filipe Silva imaginaram essa época tão distinta sob a ótica brasileira e portuguesa, repleta de inovações tecnológicas e acontecimentos inusitados.
Com a presença de renomados autores da ficção especulativa dos dois países, Octavio Aragão, Flávio Medeiros, Eric Novello, Carlos Orsi e o próprio Gerson pelo Brasil; Jorge Candeias, Yves Robert e João Ventura por Portugal; a coletânea traz oito noveletas movidas a vapor, disputas políticas, personagens famosos e armas engenhosas. 
Tudo isso regado a muita aventura e surpresas, porque mais do que repensar o gênero, Vaporpunk é um convite para conhecer um mundo alternativo, e o que Brasil e Portugal poderiam ter sido com tamanhas novidades.

Sobre os autores:
Gerson Lodi-Ribeiro
Autor carioca de FC e história alternativa. Publicou Alienígenas Mitológicos e A Ética da Traição na edição brasileira da Asimov’s. Autor do romance Xochiquetzal - uma princesa asteca entre os incas (2009), e participou das coletâneas Outras Histórias... (1997), O Vampiro de Nova Holanda (1998), Outros Brasis (2006), Imaginários v. 1 (2009) e Taikodom: Crônicas (2009). Como editor, organizou as antologias Phantastica Brasiliana (2000) e Como Era Gostosa a Minha Alienígena! (2002). Trabalha desde 2004 como consultor da Hoplon Infotainment, sendo um dos criadores do universo ficcional do jogo online Taikodom.
Luís Filipe Silva
É autor de O Futuro à Janela (prêmio Caminho de Ficção Científica em 1991), dos romances Cidade da Carne e Vinganças, e, com João Barreiros, de Terrarium. Tem contos publicados no Brasil, Imaginários v. 2 (2009), Espanha e Sérvia, na antologia luso-americana Breaking Windows, e na antologia representativa da FC europeia em 2007, Creatures of Glass and Light. O seu trabalho mais recente é Aquele Que Repousa na Eternidade, uma novela lovecraftiana. site TecnoFantasia.com.

Octavio Aragão
Doutor e mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes - EBA, UFRJ (2007 e 2002).  É professor Adjunto Nível 1 da Escola de Comunicação - ECO/UFRJ. Autor do romance A Mão que Cria (2006) e editor da antologia de contos Intempol (2000). É co-autor do livro Imaginário Brasileiro e Zonas Periféricas (2005), com a professora doutora Rosza Vel Zoladz, e publicou artigos em revistas como Arte e Ensaios e Nossa História.

Jorge Candeias
É português algarvio e tem desenvolvido nos últimos anos intensa atividade nos meios ligados à FC e ao fantástico dos dois lados do Atlântico (embora mais do lado de lá do que de cá, por óbvias razões logísticas). De momento ganha a vida como tradutor, e já tem no currículo um par de traduções de que se orgulha. Também tem no currículo um pequeno livro, Sally, (2002) e contos espalhados por publicações portuguesas, brasileiras, inglesas e argentinas, em papel e em bits.

Flávio Medeiros Jr.
Nasceu e vive em Belo Horizonte. Escreveu durante toda a infância, por isso joga mal futebol. Um dia entendeu que poderia ser médico e escrever como hobby, ou ser escritor e exercer a medicina como hobby. Como a última opção dá cadeia, optou pela primeira. Formou-se em medicina na UFMG e tornou-se oftalmologista. Autor do romance policial de ficção científica Quintessência (2004). Tem contos publicados nas coletâneas Paradigmas 2 (2009), Imaginários v. 1 (2009) e Steampunk (2009).

Eric Novello
É tradutor, escritor e roteirista. Publicou os romances Dante, o Guardião da Morte (2004), Histórias da Noite Carioca (2004) e Neon Azul (2010). Participou de várias coletâneas e co-organizou os primeiros dois volumes da coleção Imaginários e Meu Amor é um vampiro (2010).

Carlos Orsi
Natural de Jundiaí (SP) é jornalista especializado em cobertura de temas científicos e escritor. Já publicou os volumes de contos Medo, Mistério e Morte (1996) e Tempos de Fúria (2005) e os romances Nômade (2010) e Guerra Justa (2010). Seus trabalhos de ficção aparecem em antologias como a Imaginários v. 1 (2009), revistas e fanzines no Brasil e no exterior.

Yves Robert
É licenciado em informática, tem um mestrado em matemática e é professor assistente no IADE – Instituto Superior de Artes Visuais, Design e Marketing. Para além da sua actividade de docente e programador escreve textos publicitários estando especializado na área do marketing directo. Tem vários contos publicados em antologias brasileiras e portuguesas.

João Ventura
Escreve ficção curta que pode ser lida na internetE-nigma, Tecnofantasia, Épica, Storm Magazine, Contos Fantásticos, Axxón, Quimicamente Impuro, Breves no tan Breves Bewildering Stories, AntipodeanSF. Tem textos publicados também em fanzines e participou em várias antologias – A Sombra sobre Lisboa (2006), Universe Pathways (2006), Grageas ( 2007), Contos de algibeira (2007) Brinca comigo! e outras estórias fantásticas com brinquedos (2009), Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas (2006). blogue fromwords.blogspot.com

Nookam – os juízes

As leis que regem o Quinto Império são quase tão antigas quanto sua fundação.

Criada pelos juízes da Kabalah, os Nookam, a Constituição Imperial foi alterada pouquíssimas vezes nos últimos duzentos anos. Há quem diga que muitas de suas leis são desnecessárias e ultrapassadas, lutando por mudanças radicais, principalmente com relação ao serviço militar obrigatório para os Bnei Shoah e o de livre escolha para os ggoyim.

Tal como os Nabiyim, os Nookam são mais úteis para o exército fora do campo de batalha. Eles atuam em cargos administrativos como diplomatas, tradutores e conselheiros. Entretanto, possuem uma face guerreira, uma divisão dentro da própria sephirah que causa temor até mesmo nos companheiros da Kabalah.

Os Executores são esta face. Um grupo pequeno, de aproximadamente vinte soldados, que caça criminosos procurados pelo império. Eles são os únicos membros da Kabalah com autonomia para julgar e condenar um Bnei Shoah sem a intervenção do estado. Seus nomes são temidos, eles jamais revelam seus rostos, escondendo-os atrás de máscaras negras de metal, e são guerreiros tão habilidosos quanto os Mashiyrra.

Os Nookam foram criados para escrever as leis do império, quase cinquenta anos depois da queda dos Titãs. Seu propósito era frear os abusos de poder que a Kabalah começava a expressar, impedindo que os Bnei Shoah passassem a tratar o mundo da mesma maneira que seus antecessores.

Suas habilidades envolvem a capacidade de anular a força de vontade do inimigo, suprimir seu raciocínio, envolver-lhe em culpa extrema e intimidar. Além disso, eles desenvolvem a capacidade de saber quando uma pessoa está mentindo, mas, para isso, devem conversar com ela atentamente e sem interrupção.

Existe um único ritual dentro da Kabalah que não é dirigido pelos Kohanim ou pelos Mashiyrra, o “Kavod – dia sem glória”, que define a morte de uma sheyvet. Quando todos os membros de um grupo de elite morrem e não há herdeiros, ou quando esse grupo desiste de lutar, os Nookam têm o direito de pedir pela morte da sheyvet. O nome do grupo não poderá ser pronunciado por trinta anos, todos seus descendentes perdem o direito de servir ao exército, seus registros são apagados e suas armas são destruídas.
cortesia: http://neisbeis.deviantart.com/

A aparência geral dos Juízes é intimidadora. Utilizam longos robes negros, presos por cinturões de couro com o brasão da Árvore da Vida. Protegem seus rostos com máscaras espelhadas de vidro reforçado. Eles usam essa máscara para que ela reflita no rosto do acusado todos os pecados que ele cometeu contra seu povo.

Já os Executores utilizam roupas pretas que lhes permitem grande mobilidade. Seus cintos são cheios de pequenas ferramentas de tortura e captura, e eles não costumam carregar grandes armas. Seus elmos se parecem com capuzes, tendo fendas na parte dos olhos e uma máscara de respiração tapando a boca e nariz.

Seu símbolo é um livro fechado, cuja capa ostenta a Árvore da Vida.

Kiy - os Guardiões


Existem Sephiroth que são respeitadas por sua história, outras por suas habilidades ou influência. Os Kiy – Guardiões – são respeitados por todas as três e por sacrificarem sua individualidade em prol dos Ahsverus.
Kadriatus Drachenfels
                Sua história começou quando Shoah buscava os primeiros seguidores para enfrentar os Titãs. Tendo de encarar a morte de Nabiyim, o primeiro profeta, o Messias sabia que estava sozinho entre os humanos e só encontraria apoio se obtivesse uma vitória. Então, ele buscou a ajuda dos grifos, criaturas metade leão metade águia que viviam nas montanhas de Hellyah, e com uma delas derrubou Desdalain, um dos Titãs que governava a região que hoje é o baronato de Shoah.
                Vendo a luta do Messias, uma mulher chamada Kiy resolveu interferir e apoiá-lo, tornando-se a primeira Guardiã. Como recompensa ela firmou um pacto com os grifos, no qual ambos dividiram seu espaço para reinarem supremos no império que acabava de nascer.
                Todavia, os grifos tinham sua própria guerra com os dragões, que também viviam nas montanhas. Estes dragões não eram como Tehom, um dos Titãs, um lagarto metálico com dezenas de metros, eram criaturas menores, com menos poder e apenas rajadas de fogo. Pelo que se sabia, os grifos e os “pequenos dragões” digladiavam-se em uma guerra para controlar Vernal, uma cidade sagrada para ambos. Infelizmente, as duas espécies se exterminaram no duelo, deixando para Kiy apenas a lembrança de seus embates.
Fan-art de Kadriatus.
cortesia de http://igorgitirana.deviantart.com/
                Kiy não sabia o que fazer, então pediu que Da’ath, o fundador de outra Sephirah, construísse uma réplica mecânica de seu antigo companheiro Atroz para homenageá-lo. Com o sucesso deste novo construto, Da’ath continuou a produção destas máquinas de combate até formar um pelotão forte o suficiente para proteger o castelo imperial.
                Conhecidos como os mais tradicionalistas da Kabalah, os Kiy são preconceituosos com relação aos outros povos de Nordara, tratando com desprezo qualquer um que não seja um Bnei Shoah – o povo escolhido que serve à Kabalah. Até mesmo com relação aos ggoyim, o povo livre, eles demonstram um ar de superioridade.         Eles não suportam estrangeiros, principalmente os bárbaros de Eliath ou os estranhos homens de pele amarela de Kuronaya.

Não perca a continuação deste post amanhã!

A Kabalah - Kether - o Imperador

imagem de divulgação: cortesia do site http://gatehouse.ottens.co.uk/

A primeira Sephirah da Kabalah corresponde à Família Imperial, os Ahsverus.

Suas estranhas habilidades envolvem o domínio
sob seu império, e a estranha capacidade de passarem seus conhecimentos para os descendentes, através da renúncia de parte de suas almas. Um Kether está ligado de tal forma ao mundo, que seu humor é influenciado e influencia as estações do ano, a temperatura e várias características de uma região específica.

Atualmente quase todos os nobres do Império possuem uma ligação com a família Imperial, a maioria dos duques, barões e condes são primos de Noah Ahsverus, o atual Kether. Ele, por sua vez, é filho de Vykthoria Ahsverus, uma das descendentes diretas de Shoah.

A família real considera, sempre, o lado materno, para atestar o sangue de seus membros, com o passar dos anos esta peculiaridade foi assimilada pelas famílias nobres e pelo povo, de modo que, no Quinto Império, o que prevalece sobre o registro de filiação, é o nome da mãe, e não o do pai.

Outro detalhe importante é que, sempre que um Ahsverus morre, seu corpo é cremado e suas cinzas são colocadas na Arca dos Reis, onde descansarão com seus antepassados.

É necessário que haja sempre um Imperador no mundo, pois é sua existência que garante o encarceramento dos Titãs, pois suas almas funcionam como “chaves”, impedindo que estas criaturas de imenso poder voltem a reinar.

The Cup Of Tears Trailer

Dica do Douglas MCT lá na comunidade escritores de fantasia, um estiloso trailer que em breve vira filme.


Mapa do Baronato - parte 2

como eu disse "onde você vê manchas, eu enxergo um mapa". E está aí, o mapa do mundo de Nordata, tomando forma, ganhando terreno.

Éride - Luta pelo Poder



No fim das contas eu meio que já sabia: A Lágrima do Oráculo vai acabar virando um romance baseado no cenário Éride - que, inicialmente, era um RPG.

Você já conhece?


Éride é um cenário contemporâneo onde os filhos dos deuses gregos, os detentores, travam uma violenta guerra pelo domínio da Eternidade.Divididos em três Círculos: Géia, Nix, Érebo, os detentores devem abdicar de sua humanidade em prol de entidades que nunca viram. Acreditar que a batalha é verdadeira e que podem vencê-la.

Éride, em essência, é uma história que fala sobre superação, limites e crenças. Sobre ser retirado de seu mundo e jogado num destino que você não pode mudar.

Ser um detentor traz poderes e habilidades nunca antes imaginados, mas também traz a responsabilidade das consequências. ( e não foi o Tio Ben quem falou isso! rsrssr)

Escolha seu lado, preparem suas armas.

Éride - Luta pelo Poder -

Essa história, cujo título será "A Aliança das Lágrimas", se passará em São Paulo.

Em breve eu vou postando mais coisas sobre o cenário, personagens e afins. Ah, sim, aquele logo ali em cima pode ser usado como Wallpaper!

Enquanto isso, o Baronato vai se encaminhando para o lançamento!