Mapa do Baronato - parte 2

como eu disse "onde você vê manchas, eu enxergo um mapa". E está aí, o mapa do mundo de Nordata, tomando forma, ganhando terreno.

SteamPunk na Virada Cultural Paulista

O evento cultural mais importante e democrático da cidade de São Paulo contará com a presença do Conselho SteamPunk nos dias 15 e 16 de Maio de 2010, inaugurando o novo espaço aprovado pelo Ministério da Cultura, cujo nome carinhoso de batismo é “Dimensão Nerd”.

A Loja São Paulo, grande representante brasileira do movimento SteamPunk vai reunir o já notório Eduardo Castellini, o escritor e redator Carlos Felippe e o co-fundador do Conselho SteamPunk Raul Cândido, que convidaram vários representantes da Liga de Artífices SteamPunk para negociar peças únicas e autografarem publicações.

Programação


dia 15 de Maio de 2010

22:00 – 00:00 – Abertura do Stand: Membros do Conselho SteamPunk estarão em trajes SteamPlay no Stand confraternizando com os outros entusiastas e organizações baseada gênero.

dia 16 de Maio de 2010

09:00 às 10:00 – Será reaberto o Stand e itens de referência Vitoriana/Século XIX serão negociados por membros da Liga de Artífices SteamPunk – como Naná Hayne, Susie Hervatin, Gianpaolo Celli e grande elenco. Os membros do Conselho SteamPunk estarão disponíveis para o bate-papo informal acerca do gênero e para fazer amigos.

10:00 às 11:00 – Palestra no palco do evento sobre Historia Alternativa e SteamPunk, com os escritores José Roberto Vieira e autores da coletânea “SteamPunk ~ Histórias de um Passado Extraordinário”. O Co-Fundador do Conselho SteamPunk Raul Cândido, o escritor e redator do site da Loja São Paulo Carlos “Karl” Felippe e o já conhecido articulador de mídia Eduardo “Lord Fire” Castellini – todos em fase de fechamento de suas obras literárias – vão exibir e comentar trechos de filmes e matérias passadas no telão do evento.

11:30 às 14:00 – Sessão de negociação de produtos e autógrafos com autores da coletânea “SteamPunk ~ Histórias de um Passado Extraordinário” e com José Roberto, que deve levar um teaser de seu livro.

14:30 às 16:00 – Mesa de RPG multimedia de Castelo Falkenstein.

Toda a programação pode ser vista e acompanhada também na Agenda SteamPunk.

O espaço “Dimensão Nerd” contará ainda com a presença de ilustres representantes da Cultura Nerd, como o Conselho Jedi e o Conselho Branco.

Clique para ver a programação do evento…

Clique para ler a descrição do espaço Dimensão Nerd…

ATENÇÃO À MÁXIMA POTÊNCIA!

Hambúrgueres vencidos no Mc Donald's? Salsicha e lingüiça (essa com trema!) estragadas no Carrefour? Pães bolorentos no Pão de açúcar? Cerveja Antártica, Skol e Brahma com insetos? Sim, sim e sim! Tudo isso é possível! Não deixem de conferir as reportagens-denúncia e fiquem atentos antes de optarem por comer isso ou aquilo, aqui ou ali...

já foi o tempo em que comprar ou consumir de uma marca consagrada era sinal de conforto e garantia de qualidade.

acessem http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u732909.shtml para mais detalhes.

Espero vocês na virada cultural!

Mapa do Baronato - parte 2

E a procura pelo esboço do mapa continua, apesar daquela foto do post anterior ter me dado umas ideias.



Estas fotos de agora são mais velhas, mas estão me dando OUTRAS ideias bem malucas de como formar o mundo e os outros reinos.
confira:
























O mapa do Baronato


images que eu peguei na rua. Estranhas né?
O mais engraçado e ficar olhando para elas durante muito tempo. Tem gente que vê sujeira, outros veem o descascar da parede. E há aqueles que só conseguem notar as flores.

Eu vejo o mapa de Nordara, o mundo do Baronato....

Vernissage

Anti-rebolation

Lançamento de Livro!

d3store apoia!

Confira essa SUPER Campanha da d3 store!

d3store apoia

A partir de 21/04/2010 em toda compra feita pelo site da d3store o comprador poderá optar por escolher um dos sites/blogs que estejam cadastrados em nossa promoção. A partir daí, de um a três por cento do valor da sua compra será revertido em bônus para o site/blog escolhido por ele. Esses bônus serão acumulados durante todo o ano e a partir de 01/12/2010 serão revertidos em mercadorias da loja à escolha do site/blog cadastrado escolhido.

Para que isso ocorra, no momento da compra procure pelo campo
Cupom/Vale-Presente digite o código baronato_de_shoah e automaticamente uma porcentagem da venda será revertida em bônus para o site/blog. A porcentagem será de acordo com a compra:

Compras até R$100,00 - 1%
Compras de R$101,00 até R$300,00 - 2%
Compras acima de R$300,00 - 3%


ou seja, se EU conseguir comprar coisas com MEGA DESCONTOS lá na d3 STORE por que VOCÊS indicaram o blog do Baronato, TODOS NÓS ganhamos. Por que?
Ora, eu posso comprar livros lá com descontos e sortear aqui para VOCÊS!

Confira os amigos cadastrados!

rolando_20
ogoblin
taulukko
dados_limpos
trampolim_rpg
pergaminhos_dourados
rpg_virtual
retropunk
rpg_do_mestre
cavaleiros_insones
terceira_terra
arquivos_perdidos
baronato_de_shoah
paragons

Meu amor é um vampiro!


A coleção Amores Proibidos vem mostrar que o amor verdadeiro vence todas as barreiras, e pode fazer pessoas muito diferentes descobrirem que tem algo em comum, mesmo quando o coração de uma delas não bate há séculos.

Se apaixonar não é nada fácil. Rola ansiedade, expectativa e muito nervosismo pensando no primeiro encontro e, quem sabe, no primeiro beijo. Imagine então quando o pretendente é um vampiro?
Pode ser um bem tradicional de capa e longos caninos, um sombrio e misterioso que aparece de repente na sua janela ou um aventureiro de moto e calça jeans, louco para te levar em um passeio inesquecível. Nesses casos, a adrenalina é ainda maior!

Nas perigosas páginas de Meu Amor é um Vampiro você conhecerá histórias fantásticas das melhores autoras de literatura vampiresca nacional, repletas de casais apaixonados e situações surpreendentes. Mas não pense que tudo são flores e caixas de bombom, afinal de contas, encontrar o par perfeito pode esconder terríveis surpresas.

Proteja o seu pescoço e marque um encontro com histórias que vão do romance ao susto, do suspense ao riso, numa leitura com beijos de tirar o fôlego.

Quem nunca se apaixonou que enfie a primeira estaca.

Essa coletânea é organizada pelo escritor Eric Novello e pela editora Janaína Chervezan, leitores assíduos de literatura de vampiros, e tem o prefácio da dama morcega Giulia Moon, uma das maiores escritoras brasileiras dentro do gênero de terror vampiresco.

Sobre as autoras

Adriana Araújo é uma criatura estranha com idéias esquisitas. Cria histórias em tempo integral e estuda Química na UFMG para se distrair. Já publicou contos nas coletâneas Pacto de Monstros (2009) e Paradigmas 4 (2010) e mantém os sites de tirinhas Bram & Vlad, sobre vampiros, clichês e coisas da vida e Periódicas, onde a Química ri. Seu lema de vida é “não se leve tão a sério”.

Ana Carolina Silveira é advogada, blogueira, leitora inveterada e escritora eventual, não necessariamente nesta ordem. Tem residência variável, sendo a atual Belo Horizonte-MG. Jogou muito Vampiro: A Máscara durante a adolescência e até hoje tem uma quedinha por Lestat de Lioncourt.

Cristina ‘Tziganne’ Rodriguez tem alma e vida de cigana. Muda incessantemente, procurando descobrir algo de novo no mundo que a cerca. Romântica, acha que o amor supera tudo, inclusive vampirismo. É casada e tem um filho. Dedica-se a escrever e a tentar cuidar de plantas, sem muito sucesso. ‘O vermelho do teu sangue’ é seu primeiro conto publicado. Para saber mais sobre ela, visite: http://tziganne.blogspot.com

Giulia Moon é paulistana, formada em publicidade e propaganda pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Já foi diretora de arte, ilustradora, diretora de criação e sócia de agência de propaganda. Giulia tem três coletâneas de contos publicadas: Luar de Vampiros (2003), Vampiros no Espelho & Outros Seres Obscuros (2004) e A Dama-Morcega (2006). Em 2009, lançou o seu primeiro romance, Kaori: Perfume de Vampira. Participou das coletâneas Amor Vampiro (2008), Território V (2009), Galeria do Sobrenatural (2009) e Imaginários Vol. 1 (2009).

Helena Gomes é jornalista, professora universitária e autora dos livros de ficção Assassinato na Biblioteca, Lobo Alpha, Código Criatura, Kimaera – Dois mundos, Nanquim – Memórias de um cachorro da Pet Terapia (infantil), O Arqueiro e a Feiticeira, Aliança dos Povos e Despertar do Dragão (os três últimos da saga A Caverna de Cristais). É também coautora da não-ficção Memórias da Hotelaria Santista (1997). Publica contos em sites, antologias e revistas. Mais sobre seu trabalho em http://mundonergal.blogspot.com

Nazarethe Fonseca nasceu em São Luís, Maranhão. Começou a escrever aos 15 anos, após um sonho que se tornaria seu primeiro livro, uma trama policial. É autora da saga Alma e Sangue, iniciada com O Despertar do Vampiro e que prossegue em O Império dos Vampiros. Escreveu também Kara e Kmam, e publicou contos nas coletâneas Necrópole: Histórias de Bruxaria e Anno Domini. Mora atualmente em Natal, Rio Grande do Norte. Seu e-mail de contato é almaesangue@gmail.com.

Regina Drummond é mineira e mora em Munique, Alemanha. Apesar da sua formação de professora, nunca deu aulas, mas sempre trabalhou com literatura. Autora de muitos livros, tradutora e contadora de histórias, fala alemão, inglês e francês. Já ganhou alguns prêmios e destaques, sendo o mais importante o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, como editora. Escreve ainda para jornais e revistas, nacionais e internacionais. Entre seus livros, destacam-se “Destino: Transilvânia” (Ed. Scipione); “Sete Histórias do Mundo Mágico” (Ed. Devir); “O destino de uma jovem maga” e “Histórias de Arrepiar” (Giz Editorial); “O Passarinho Rafa”, (Ed. Melhoramentos). Para conhecer seu trabalho, acesse a homepage www.regina-drummond.de

Rosana Rios é autora de Lit. Fantástica, Infantil, Juvenil. Em 22 anos de carreira produziu ficção, teatro, roteiros (TV e quadrinhos), Publicou mais de 100 obras e recebeu os prêmios: Cid. de Belo Horizonte (1990), Bienal Nestlé de Literatura (1991), Prêmio Abril de Jornalismo (1994), Menção Altamente Recomendável da FNLIJ (1995, 2006) e foi finalista do Prêmio Jabuti (2008). Mora em São Paulo com a família, uma enorme biblioteca e uma coleção de dragões. Site: www.segredodaspedras.com. Blog: http://rosanariosliterature.blogspot.com.

Valéria Hadel nasceu na capital do Estado de São Paulo. É descendente de húngaros e romenos, o que de certa forma explica sua familiaridade com vampiros. Graduou-se em biologia, fez pós-graduação em ecologia e zoologia, e mora em São Sebastião, litoral norte do Estado, desde 1984, quando foi trabalhar com biologia marinha. Sua área de atuação é a pesquisa e o ensino em ecologia e educação ambiental marinha e costeira. No quintal da sua casa moram cinco vira-latas, um dos quais é personagem do conto que escreveu para esta coletânea.

Meu amor é um vampiro
Organizado por Eric Novello e Janaina Chervezan
ISBN
: 978-85-62942-09-9
Gênero: romance sobrenatural (paranormal)

Páginas: 160

Preço de capa: R$ 31,90

DISPONÍVEL NA SEGUNDA QUINZENA DE MAIO/2010

Éride - Luta pelo Poder



No fim das contas eu meio que já sabia: A Lágrima do Oráculo vai acabar virando um romance baseado no cenário Éride - que, inicialmente, era um RPG.

Você já conhece?


Éride é um cenário contemporâneo onde os filhos dos deuses gregos, os detentores, travam uma violenta guerra pelo domínio da Eternidade.Divididos em três Círculos: Géia, Nix, Érebo, os detentores devem abdicar de sua humanidade em prol de entidades que nunca viram. Acreditar que a batalha é verdadeira e que podem vencê-la.

Éride, em essência, é uma história que fala sobre superação, limites e crenças. Sobre ser retirado de seu mundo e jogado num destino que você não pode mudar.

Ser um detentor traz poderes e habilidades nunca antes imaginados, mas também traz a responsabilidade das consequências. ( e não foi o Tio Ben quem falou isso! rsrssr)

Escolha seu lado, preparem suas armas.

Éride - Luta pelo Poder -

Essa história, cujo título será "A Aliança das Lágrimas", se passará em São Paulo.

Em breve eu vou postando mais coisas sobre o cenário, personagens e afins. Ah, sim, aquele logo ali em cima pode ser usado como Wallpaper!

Enquanto isso, o Baronato vai se encaminhando para o lançamento!

A lágrima do oráculo - prelúdio de algo

Sabe aquele texto que postei há uns 3 dias? Virou isso aí...


A Lágrima do Oráculo


Mais uma tarde quente e monótona começava em São Paulo.

Num bairro de periferia, o ônibus fez a curva para descer em direção à COHAB, a rua era estreia apesar da mão dupla e o motorista foi obrigado a manejar o veículo cuidadosamente para não bater ou ficar preso nas esquinas. O veículo estava cheio, porém Jaqueline conseguira sentar num dos bancos altos, e de lá ficou observando a movimentação.

Seus olhos pousaram no Bar do Bigode, um dos muitos botequins do bairro, pequeno, uma de suas paredes era adornada com um horrível grafite de uma taça – com uma azeitona dentro – seus móveis eram cadeiras e mesas de ferro pintadas com logotipos de cerveja e pôsteres nas paredes exibindo mulheres com pouca roupa e copos com muita bebida, ele nunca ficava lotado. Entretanto, naquela tarde, havia um luxuoso carro preto estacionado à sua porta. O carro chamava a atenção por seu tamanho e seus vidros negros, era tão caro que compraria o bar e o prédio onde ficava instalado. Seu dono devia ser muito cuidadoso, pois estava impecavelmente limpo.

Encostado nele havia um rapaz magro, de terno cinza e óculos vermelhos, lendo jornal. A seus pés, um cachorro enorme.

O ônibus demorou a sair, Jaqueline notou que três pessoas estavam no bar, além de seu dono. Seu Bigode levava três garrafas de água à mesa de bilhar, onde dois homens de terno e uma moça ruiva conversavam. Quando olhou de novo para o motorista, o cachorro não estava mais com ele.

Antes de o ônibus sair, Jaqueline ouviu um rapaz dizer, bem próximo a seu ouvido: – Carro bonito, não? – ela se virou, o interlocutor era jovem, bonito, de cabelos negros e rebeldes, olhos azuis, uma cicatriz abaixo do olho direito e um sorriso malicioso. Foi como se o tempo parasse, por que Jaqueline conseguiu notar cada expressão daquele rapaz em poucos segundos. – Mas não é como eu. – ele completou.

Então, como se o tempo voltasse ao normal, desceu rapidamente do ônibus, Jaqueline não conseguiu tirá-lo da cabeça, virou-se diversas vezes e o viu se aproximar da banca que ficava ao lado do bar.

O ônibus partiu.


Rock, descobrimento e gueeeerra!

Estive nessa segunda-feira na bilheteria do credicard hall, na marginal pinheiros, próximo da estação santo amaro de trens, para comprar meu ingresso para o show do Aerosmith. Estava um pouco chateado por ter de pagar inteira já que tranquei a faculdade e não mereço mais (por enquanto) o benefício da meia-entrada, mas como sou apaixonado por eles decidi pagar. Afinal, esse tipo de coisa é daqueles prazeres que a gente se dá ao luxo, é uma vez na vida. E depois, eu já trabalho e me ferro tanto que parece justo fazer um carinho em mim de vez em quando. Eu iria ao show para ouvir as músicas velhas... sei lá eu como está a carreira do Aerosmith hoje em dia!

Hole in my soul, Pink, Love in an elevator, crying, walk this way, rag doll, amazing, Janie’s got a gun, crazy ... poderia ficar até 2017 cantando músicas maravilhosas. Eles representam para mim a legítima cultura norte-americana que vale a pena conhecer.

Decidi perder a chance de ver meus ídolos de perto, o motivo? Ignorância, estupidez e cretinice! Calma, eu explico: compareci à bilheteria e pretendia pagar metade do valor do ingresso em dinheiro e financiar o restante no meu cartão de crédito. Não era possível. E por quê? Simplesmente porque não. Disseram que poderia pagar tudo ou só com dinheiro ou só com o cartão, não é divertido? Poucas coisas são tão simples para o operador de caixa do que receber um pagamento misto. Qualquer açougue, espelunca ou botequim de esquina faz isso. Só posso concluir que ter um cartão de crédito não me trouxe rigorosamente nenhuma vantagem. Um meio legítimo de pagamento mas que foi recusado. O fato é que criaram uma dificuldade apenas para infernizar a vida das pessoas. De raiva não vou mais. Não aceito ter de reunir o dinheiro e voltar lá à pé, correndo risco de ser roubado. Tenho limite no cartão mas não quero usar porque não sou obrigado a tal.

Vagabundos!

Vou ficar na porta ouvindo do lado de fora e tomar cerveja com os amigos que eu fizer lá que, assim como eu, não verão Steven Tyler de perto.

No nosso calendário histórico, temos hoje uma data interessante. Sabe quem foi o tal Barão Vermelho? Não, filho, não estou falando do conjunto musical e sim do piloto alemão, ás dos ares na primeira metade do século passado. Esse barão ingressou nos serviços de guerra aos dez anos de idade, recebeu formação para piloto de caça e foi um dos mais renomados abatedores de aeronaves, até ser literalmente derrubado em 1918, neste dia, 21 de abril. Sua fama atravessou as fronteiras germânicas e, veja você, sua popularidade foi usada até mesmo nas campanhas publicitárias da Lufthansa, tendo ainda recebido condecorações por sua “brilhante atuação” em missões. Foi enterrado inicialmente em solo francês, mas a família reclamou seus restos mortais, e o sepultamento definitivo ocorreu em Berlim, honras militares duplicadas... (eu hein?! O cara realmente foi o cara tsc tsc...)

Uma outra curiosidade é o nome do piloto: Manfred Von Richthofen (garanto que você já viu isso em algum lugar). Na Alemanha, virou nome de rua, praça, museu aeronáutico, quartéis entre outros.

PS: Feliz aniversário, Brasil.

Selva Brasil

SELVA BRASIL
ROBERTO DE SOUSA CAUSO

Esta é uma história alternativa que imagina como seria o Brasil vinte anos depois da invasão militar brasileira das Guianas, na Fronteira Norte, segundo os planos megalomaníacos do Presidente Jânio Quadros. Simultaneamente, a Argentina invadiu as Ilhas Malvinas, no Atlântico Sul.
Contudo, uma coalizão formada pelos países atingidos pela ação militar brasileira – Inglaterra, França e Holanda – e os Estados Unidos contra atacaram e empurraram os soldados brasileiros de volta, ficando com um bom pedaço da Amazônia Brasileira.
Desde então instalou-se um conflito permanente na região, com o Brasil e aliados latino-americanos lutando para retomar o território perdido e manter sob controle uma guerrilha patrocinada por aqueles países do Primeiro Mundo. É um Brasil completamente diferente do nosso, contido política e economicamente por esse conflito perpétuo, e com gerações de jovens brasileiros comprometidas com o conflito.
Amparada por uma pesquisa cuidadosa, Selva Brasil acompanha um grupo de soldados que – ao seguir para um ponto anônimo do Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa, onde devem substituir uma outra unidade do Exército Brasileiro – se depara com desertores e com um plano secreto para romper as regras de engajamento que limitam o conflito na região.
Ao mesmo tempo, esses homens são confrontados com um estranho experimento militar que, indo além dos parâmetros do seu projeto, pode ter aberto um portal entre essa realidade paralela e a nossa.


ROBERTO DE SOUSA CAUSO
formado em Letras pela USP, é autor dos livros de contos A Dança das Sombras (1999) e A Sombra dos Homens (2004), dos romances A Corrida do Rinoceronte (2006) e Anjo de Dor (2009) e do estudo Ficção Científica, Fantasia e Horror no Brasil (2003). Seus contos apareceram em revistas e livros de dez países. Foi um dos classificados do Prêmio Jerônimo Monteiro e no III Festival Universitário de Literatura (com Terra Verde 2001); e ganhador do Projeto Nascente 11 de Melhor Texto, com O Par: Uma Novela Amazônica (2008).



Selva Brasil

Autor: Roberto de Sousa Causo
ISBN: 978-85-62942-07-5
Gênero: Literatura Fantástica
Formato: 14cm x 21cm
Páginas:
112 em preto e branco, em papel pólen bold 90g
Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
Preço de capa: R$ 26,90

Uma nova composição

Não me pergunte, nãi sei onde este texto vai dar... mas resolvi postar aqui antes que passe da validade...

Mais uma tarde quente e monótona começava em São Paulo.
Num bairro de periferia, o ônibus fazia uma curva para descer em direção à COHAB, a rua era estreia apesar de suas duas vias e o motorista era obrigado a manejar o veículo com extremo cuidado para não bater ou ficar preso nas esquinas. Dentro dele havia poucas pessoas, tanto que Jaqueline conseguira sentar no banco mais alto e de lá ficar observando o movimento dos que passavam.
O que lhe chamou a atenção foi o carro luxuoso em frente ao bar. Em seu capô havia um pequeno brasão de uma cruz com cinco estrelas ao redor. Seus vidros eram totalmente pretos e as rodas cromadas. O dono, provavelmente, era muito cuidadoso com aquela máquina, pois estava impecavelmente limpa.

Antes do ônibus sair, ouviu um rapaz lhe dizer: – É um jaguar. – virou-se, o locutor era jovem, de cabelos castanhos e curtos, uma cicatriz abaixo do olho direito, o físico de um atleta e presença encantadora.
Ele desceu, o ônibus partiu e Jéssica ficou olhando-o.

Steampunk - Programa Amaury JR

Se anular em benefício do próximo

O senador estadual americano Roy Ashburn me fez pensar bastante em valores cristãos e também aqui na nossa putrefata política. Republicano, concedeu entrevista há poucas semanas à Kern AM, da conservadora Inga Barks. O político, dono de um histórico maciço de votações contra direitos dos homossexuais, evitou falar de sua vida pessoal. Porém, pai de quatro filhos, aproveitou a ocasião para (pasme!) assumir sua homossexualidade (!).
Como um cidadão gay vota contra os direitos dos homossexuais? Foi a pergunta para a qual não consegui encontrar resposta. Deixo a palavra portanto com o próprio senador: "Em meu coração eu acreditava que o fato de ser gay não poderia nem deveria afetar minha maneira de trabalhar." Um bom sujeito com um brilhante pensamento, que efetivamente colocava em prática a sabedoria de não levar questões de casa para o trabalho e/ou vice-versa.
Tão fácil falar, mas tão difícil fazer.
Mas não para por aí, eis o golpe fulminante de Ashburn, que afirmou votar de acordo com o que acreditava ser a vontade da maioria de seus eleitores: “sempre pensei que minha lealdade estava com meus eleitores”. Pena que é lá nos Estados Unidos.
O que pensam os governantes daqui? Como podem nos tratar com tanta indiferença? A sociedade brasileira é, em grande parte, religiosa e carismática. Entretanto todo mundo sabe a fama que muitos de nós levamos lá para fora, do espertinho que quer levar vantagem em tudo. Dizer-se cristão e do lado do bem é rótulo fácil para ser bem aceito e visto na sociedade. Quantos desses furam fila, desrespeitam um faxineiro, falam palavrões, debocham dos mais fracos e humilham os humildes? Aos finais de semana, é impossível para alguns moradores vizinhos de igrejas evangélicas saírem ou entrarem em suas casas com seus carros porque os dois lados da via transformam-se em estacionamentos particulares. Não adianta colocar placa pedindo por favor para não estacionar, eles estacionam (inclusive sob a calçada) e somem. Se a gente pede com educação um espaço, respondem com grosseria que a rua é pública e que não vão sair. Passageiros do transporte coletivo têm de esperar os ônibus no meio da rua. Já presenciei até mesmo motorista avançando sinal, estacionando na faixa de pedestres e buzinando para as pessoas saírem da frente, tudo isso apenas cinco minutos depois de o irmão sair da balada, digo, do culto. Eles bem que poderiam seguir o exemplo do senador gay americano. Pensar mais nos outros do que em si mesmos. Se não me falha a memória era mais ou menos essa a mensagem do Jesus. Prefiro ouvir o som do Frejat “[...] e com os que erram feio e bastante, que você consiga ser tolerante.”
Já dizia aquele filósofo: ética é o que fazemos quando ninguém está olhando.
Altruísta, ético, coerente (embora também contraditório), mais cristão do que muitos poderiam imaginar.

*************************************************************

Vence no último dia do presente mês a inscrição para o 12º Prêmio Literário Escritor Universitário “Alceu amoroso Lima” (Tristão de Ataíde). A ABL, em parceria com o CIEE, escolheu como tema “Qual a importância de Rachel de Queiroz para a literatura brasileira? Leia mais em www.ciee.org.br e participe!

*************************************************************

Na cerimônia de assinatura, o então presidente Harry Truman (“how tru you tru?”) esclareceu aos presentes que aquela era uma ocasião histórica. Selava-se ali o primeiro passo para a construção de um bloco uno, fraterno e defensor da “paz”. O tratado previa ainda união tal entre seus signatários, que agredir qualquer um de seus membros, por menor que fosse, seria considerado agressão a todos os demais. A resposta... veio seis anos depois com a criação do Pacto de Varsóvia, na sempre enfraquecida Polônia.
Logo após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos buscaram alianças que pudessem ampliar seu campo de influência no combate aos ideais comunistas encabeçados pela temida União Soviética. E para isso, criaram a Organização do Tratado do Atlântico Norte, a OTAN, em 1949, nesta data, seis de abril.

Escritores e aspirantes.

Semana passada entre no Mc’Donalds. Essa foi a conversa.
- Moça, como a gente faz para trabalhar aqui?
- Você envia currículo pelo site ou preenche essa ficha.
- Então, é que eu queria trabalhar de caixa, pago 1 salário mais condução e a comida que eu pegar.
- Como é? – a moça não entendeu. – Você quer pagar o Mc pra trabalhar nele?
- Isso.
Silêncio.
- Isso é alguma piada, onde é que o senhor quer chegar?
- À gerência.
Silêncio constrangedor.
- Moço, olha só, não sei onde o senhor trabalhava antes, mas aqui é a empresa que te paga para trabalhar.
Fiz cara de surpresa. – Caramba! Mas eu sou muito bom nisso, frito batatas como ninguém! Tem certeza que não posso pagar para trabalhar aqui?
- Absoluta.
- Hunm… vou dar uma passada no Burger King…
- Fique à vontade…

Esta é minha opinião sobre pagar para ser publicado.
1) Você não paga para trabalhar.
2) Você não se mata de escrever e estudar para fazer qualquer porcaria por aí.
3) Você NÃO paga para trabalhar, não importa a empresa.
4) Escrever não é mágico. Criar sim. Seu processo criativo pode ser uma fantasia maravilhosa e muito gostosa, mas o que te torna um escritor razoável é sua capacidade de envolver essa criatividade toda num livro conciso e verossímil.
5) VOCÊ NÃO PAGA PARA TRABALHAR, CACETE!

Frases rápidas - Bilac

Uma parte de um texto, sobre Carlos Vogt, que apresentei na Universidade Mackenzie. Idealizado e coordenado pela professora Marisa Lajolo, ele resume, em muito, o que é "ser escritor"...

"O poeta, como já sabia Bilac, trabalha e teima e lima e sofre e sua . O resultado do trabalho é o poema, que, tocando o leitor, fazendo-o sorrir ou chorar, fá-lo descobrir e experimentar um jeito novo de estar no mundo, de olhar para os outros, de entender-se a si mesmo."

Fan-video de Star Wars

O vídeo foi uma dica do @ooze pelo Twitter. Uma ideia muito interessante de fãs contando a história do Darth Maul.

Confira!

Imagens inspiradoras - Nadja Caldwell


Essa aqui foi uma das primeiras imagens que encontrei na net. Ainda estava rascunhando o Baronato quando entrei no Devian Art e vi essa moça com exoesqueleto.
Nunca lembro o nome do autor, eu havia escrito no nome do arquivo, mas acabei alterando para "nadja" por que me inspirei nesta imagem para criar uma personagem do livro. Depois de procurar um pouco, acabei achando.. o autor é o Sumerky, e, sinceramente? BABEM no resto dos desenhos do cara!
A ideia da personagem Nadja Caldwell, é que ela sofresse um acidente que a deixasse paraplégica, então, ela criaria este exoesqueleto para si, numa tentativa de continuar lutando ao lado de seus amigos. Bom, a ideia continua mais ou menos a mesma, Nadja ainda possui o exoesqueleto, mas eu mudei algumas coisas sobre ela... pra deixar tudo mais interessante.

Fica aí a imagem, espero que ela posa inspirar você também!"imagem por "Sumerky". Fonte: sumerky.deviantart.com

Piores do Ano 2010


Ah, então você não gostou do "Canção do Silêncio" como e-book?

Tá bravo comigo por que eu ainda não soltei a continuação?

Quer despejar sua raiva toda em alguém?


Para isso temos o "Piores do Ano 2010" ao lado da premiação Literária 'Melhores do Ano 2010".


Sejamos francos, é muito fácil um autor falar que seu livro é bom, que ele é o máximo, que seus personagens são bacanas. Mas quanto autores admitem o erro? É preciso saber que errou, que deixou passar uma capa, título, site, blog, totalmente desnecessários para a humanidade.

Bom, tá aqui o link, se você acha que o Canção do Silêncio foi a pior coisa que você leu este ano, pode ir lá e votar em mim.
Mas eu ainda prefiro que ele seja o melhor, aliás, obrigado àqueles que votaram no conto lá no " melhores do ano", é extremamente gratificante ter reconhecimento!


Melhores de 2010


Ainda não votou? O que está esperando?
Aproveite e vote na Canção do Silêncio como melhor e-book! http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=99090219&tid=5443294512745219689&start=1


Aproveitando

Aproveitando a onda de entrevistas, o Jaime (do d3store/ system) também teve uma conversa comigo.
Num tom mais informal, a entrevista saiu aqui ó: http://d3system.com.br/dialogo-em-on-jose-roberto-e-o-baronato-de-shoah/


Entrevista comigo!


Já faz um tempo que saiu essa entrevista comigo no site do conselho steampunk.
Mas, para não perder o costume, e como as coisas aqui são movidas a vapor, é bom não deixar o link passar.


quadrinhos e letras

Superman, Batman, Spiderman... Balbatisher ydn (ou seja: judeus de boa familia!) Dos funnies dos twienties ao Gato do Rabino de Joann Sfar, passando pelos super heróis, os quadrinhos continuam em cartaz no espaço expositivo da Casa de Cultura de Israel, que está promovendo uma mostra que enfoca as relações entre a imigração judaica para Nova Iorque e a evolução dos quadrinhos no século XX. Agendamento para visitas guiadas para grupos - Departamento de Arte-Educação – atendimento: 3065-4347 de 3ª a 6ª, das 10h00 às 18h00 ou pelo email arteeducacao@culturajudaica.org.br. Até 25/04. A Casa de Cultura de Israel fica ao lado da estação Sumaré do metrô.

25?02: Tradutor alemão Curt Meyer-Clason completa 100 anos em 2010.

Coube a Curt Meyer-Clason o papel de ser o pioneiro na tradução para o alemão de um universo tão rico e peculiar como o da literatura latino-americana. Ele, que atravessou de navio a linha do Equador pela primeira vez em 1936, foi descobrir novo sentido para sua vida de representante de uma empresa norte-americana que comercializava algodão nos livros que leu de autores como do brasileiro Jorge Amado, do colombiano Gabriel García Márquez e do argentino Jorge Luís Borges. Ficou tão maravilhado com o que leu que precisou de alguma forma se tornar cúmplice daquilo.

Hoje, quem se debruçar sobre a carreira desse homem que chegou a ser acusado de ter sido espião do governo nazista no Brasil vai encontrar uma profusão de títulos realmente inquestionável no aspecto qualidade literária. Além de inúmeros livros do prêmio Nobel de Literatura de 1982, García Marquez, como Cem Anos de Solidão, Crônica de uma Morte Anunciada e O Outono do Patriarca, Meyer-Clason traduziu também Viva o Povo Brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro, Macunaíma, de Mário de Andrade, e Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, passando ainda por A Hora da Estrela de Clarice Lispector, Migo de Darcy Ribeiro e Zero, de Ignácio de Loyola Brandão.

Foi no cárcere da Ilha Grande, Rio de Janeiro, que Curt Meyer-Clason descobriu seu amor pela literatura, ao ser preso em 1942 pela polícia de Getúlio Vargas. Contra ele pesava a acusação de ter trabalhado como espião para o regime fascista. "São puras calúnias. Quem quiser saber dos fatos pode ler meu romance autobiográfico Equador, que está lá tudo contado, frase por frase", declarou ele ao repórter. "Fui forçado depois de tortura a assinar documento sem ler, um depoimento escrito pela polícia com a intenção de me condenar", contou o alemão. O tradutor viveu no Brasil de dezembro de 1936 a maio de 1954.

O livro Die Menschen sterben nicht, sie werden verzaubert reúne relatos de diversos encontros que o tradutor teve no decorrer dos anos com os ilustres Jorge Luís Borges, Jorge Amado, Vargas Llosa, Ubaldo Ribeiro, Cabral de Melo Neto, García Márquez e Carlos Drummond de Andrade.

O poeta de Sentimento do Mundo lhe era especial: "Sua voz reservada, sussurrada, me lembrava Ingeborg Bachmann [escritora austríaca] em suas leituras". Depois de ouvir de Drummond que ele não tinha o menor interesse em entrar para a Academia Brasileira de Letras (ABL), Meyer-Clason o descreveu: "por não ser agressivo, recusar prêmios era sua forma de protestar."

Já no começo do relacionamento, Guimarães Rosa não poupava admiração pelo tradutor alemão. "Confio plenamente na sua inteligência, na sua cultura, no seu encantamento pelo amor e sua notória capacidade. Estou certo que não me iludo, quando acho que a tradução alemã, com sua exatidão e adequação, será a mãe de todas as traduções."

Em 1965, a ABL homenageou Meyer-Clason com a medalha de ouro Machado de Assis, como reconhecimento pela tradução de Grande Sertão: Veredas. Para o autodidata Curt Meyer-Clason, o segredo da tradução é fazer das cores da estranheza algo reconhecível.

As inúmeras cartas que Meyer-Clason e Guimarães Rosa trocaram entre 1958 e 67 foram publicadas em 2004. "Foi de meu encontro com João Guimarães Rosa e sua obra que nasceu minha aventura de tradutor", afirmou o nobre cidadão de Munique.


26/02: aniversário de Victor Hugo.

Bom fim de semana a todos.

sobre o tempo

Tempo, mano velho, falta um tanto ainda eu sei. Pra você correr macio...

Rubem Alves escreveu certa crônica que me fez pensar bastante no tempo e de como ele afeta nossa passagem pelo planeta. Revelou o escritor que a maneira como olhamos para o tempo é distorcida, faça as contas e veja quantos anos você tem, contou? Muito bem, qual é o resultado?
Lamento dizer que você está errado(a). Você não tem o que acha ter. Nasci no dia 19 de fevereiro do já distante ano de 1983. Entretanto não tenho 27 anos, pois esse tempo a vida (ou a morte) já tirou de mim. É portanto um tempo de que não mais disponho. O ideal, na visão atenta de Alves seria dizermos que não temos mais tal idade, o que parece válido. Imaginemos que todas as pessoas morressem com a idade padrão de cem anos. O sujeito pergunta ao outro ‘quantos anos você tem?’ e o outro responde ‘tenho trinta anos’, ou seja, tem trinta anos [pela frente] o que significa que já viveu setenta. Nos aniversários, seria o caso de dizer ‘desfiz tantos anos’ já que na verdade o tempo nos desconstrói no decorrer da existência. Nascer é começar a morrer.
Tudo isso para dizer a vocês que na última sexta-feira desfiz 27 anos.

O czar Aleksander II assinou, naquele dia, uma "generosa" proclamação para ser executada com a maior rapidez. Ela se referia à libertação de 20 milhões de servos ("escravos virtuais") do território russo. A proclamação dessa ordem libertária foi aplaudida e recebida com alegria, até que se soube que ela estava amarrada a algumas exigências. Entre elas, estava uma condição: para que a terra fosse concedida aos novos homens livres, eles deveriam pagar uma "taxa de redenção" para o governo e uma outra taxa para seus antigos senhores.

Poucos, pouquíssimos tiveram condição de cumprir a exigência.
Isto em 1861, em 19 de fevereiro.

Para quem deu algum crédito nessas linhas, leiam Desfiz 75 anos, de Rubem Alves.
Tempo amigo, seja legal, conto contigo.

Para encerrar, confiram a dica quentíssima desta semana, diretamente do site do ministério das relações exteriores: Não viaje para o Irã com vistos ou carimbos de Israel em seu passaporte. Certifique-se que não há vistos ou carimbos de autoridades israelenses em seu passaporte. A República Islâmica do Irã não reconhece legalmente o Estado de Israel. Antes de solicitar visto ou viajar para o Irã, certifique-se que não há vistos ou carimbos de autoridades israelenses em seu passaporte. Caso contrário, sua solicitação de visto, ou até mesmo sua entrada no território iraniano, poderão ser negadas.

desenhos do bruno

Um conhecido da net me mandou esses desenhos há uma semana. Como estávamos no carnaval eu acabei deixando no e-mail para postar mais tarde. É sempre muito divertido receber diversas faces dum personagem, Edgar, até agora, tem sido o preferido...

























Mais imagems!

Essas imagens são um pouco antigas mas são um presente de um amigo, o "Romano".
A história delas é simples, um amigo dele, que vive no México, deu uma de louco e fez essas fotos perto de uma estação de trem. Depois mandou para o "Romano" que fez o trabalho em photoshop.
conversamos por algum tempo e ele me deu as fotos por que queria um conto baseado nelas, este conto foi uma das inspirações para o Baronato de Shoah (preciso encontrá-lo aqui no pc).
No fim o cara das fotos se transformou no Kaleck, que começou como um inimigo de Sehn, mas na versão final do livro virou uma espécie de "aliado indeciso".
As imagens do cara:










Nós e eles

Recebi um e-mail com cara de corrente, mas achei-o tão surpreendente que vou copiá-lo aqui na íntegra. Não posso atestar a veracidade desses fatos como em 90% das coisas que mandam para gente, apesar disso o texto é muito verossímil e merece ser lido por todos. Não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos.

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr. Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês decidiu enterrar com ele um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Defendo a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!

DIZEM QUE ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS. AJUDE A
DIVULGÁ-LA.

Por fim, ouçam os comentários "A mulher com mais de 40 anos é superior", "A menina das rimas" e também "Feliz Ano Novo". São maravilhosos! Eis o link:

http://bandnewsfm.band.com.br/colunista.asp?ID=102&pag=3

Bom fim de semana a todos, e sejam felizes.

Imagens do Baronato - Kadriatus


Kadriatus é um dos personagens principais do Baronato de Shoah.
No arquivo liberado na net há uma rápida passagem dele, quase imperceptível.
Quando comecei a esboçar o livro um amigo meu, o Gabriel, me mandou essa imagem, comentando que se lembrou do Kadriatus quando o descrevi. Aliás, ele também comentou que as "espadas-serra" do Baronato eram idênticas a uma arma que outro amigo dele desenhou.

Este aqui é o esboço que ele me mandou na época.

Esboço de personagem - Edgar Crow


E não é que a coisa funciona?
Depois de disponibilizar o primeiro capítulo do Baronato de Shoah recebi vários comentários de amigos e conhecidos que são desenhistas e se empolgaram com os personagens do livro.
O primeiro desenho que recebi foi do Leo Bastos, ele fez um desenho bem bacana do Edgar Crow, confira!
Como todo artias, ele não está muito feliz com o final. Então decidiu fazer mais algumas tentativas.

Assim que estes desenhos forem chegando, eu mostro aqui.

O Bazar do fim de semana!


O Bazar foi muito legal, com enormes descontos (paguei 15 reais no Imaginários e 15 no Protocolo de Anúbis).
Comentários: a Cris Lasaitis escondeu o copo de chopp na hora da foto, o Mushi não presta e o Erick saiu com uma cara meio maligna na foto do contrato (ah, sim, aquilo na mão dele é o contrato do Baronato...)





Diálogo com a consciência (parte 2)

-Olhe, vamos devagar, está chegando a hora. Quero ter tempo de pensar matematicamente antes de qualquer coisa, não quero que nada dê errado.
-E não dará! É assim que se fala campeão!

(durante o combate)

-Foi dada a largada. (Nelson Rodrigues está no camarote)
-Vamos! Vamos! Vamos!
-O que está esperando? Já!
-Não sei se devo.
-Como assim não sabe? Deixa isso pra lá! Vamos!?
-É nesse momento que gosto de rever minhas posições.
-É nesse momento que você se acovarda!
(triste)
-Não fale assim comigo!
-Eu falo! Pra você aprender.
-Eu preciso disso? (engole o choro mais uma vez)
-Não, eu é que preciso! Não vê o que está fazendo consigo mesmo? Não vê o quão prejudicial é para si mesmo? Por que você não pode ser uma pessoa normal?
-A normalidade é uma convenção imposta!
-Não enrole! Quero ver você se lamentando depois, já estou até vendo...
-Não me provoque.
-O quê você vai fazer? Me desafiar? Eu bem que gostaria.
-Você não gosta de nada!
-Olha quem está falando.
-Você foi a pior coisa que inventaram.
-Mas você não vive sem mim não é mesmo?
-Olha lá! De novo! Essa foi pra você.
-Hum... você me distraiu. A próxima eu não deixo barato.
-Excelente! Gostei de ver. Capricha cara!